quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

EPUL financiou agremiação em 65 milhões de Euros

Mais um exemplo dos milhões com que o estado financiou os projectos da agremiação corrupta.

"Acordo com a Câmara de Lisboa valeu ao Benfica 65 milhões de euros

PJ termina investigação sobre o financiamento do novo Estádio da Luz


O Benfica encaixou 65 milhões de euros à custa do contrato-programa firmado com a Câmara de Lisboa, no âmbito do Euro 2004. Santana Lopes não é arguido, apesar de a PJ ter concluído que município, a que ele presidia, instrumentalizou a EPUL para financiar o Benfica.

Já Carmona Rodrigues, à data dos factos vice-presidente da autarquia, é um dos cinco arguidos constituídos durante a investigação que a PJ acaba de concluir, sob a direcção da unidade especial do Ministério Público criada para investigar o Apito Dourado. Os restantes arguidos são ex-administradores da EPUL - Empresa Pública de Urbanização de Lisboa.

O inquérito centrou-se no contrato-programa assinado, em Julho de 2002, pela Câmara de Lisboa, EPUL, Benfica e Sociedade Benfica Estádio SA. O acordo fixava os moldes da participação da EPUL na construção do novo Estádio da Luz, para o Euro 2004.

Um relatório da Inspecção-Geral de Finanças (IGF), que suportou o trabalho da PJ, apontou défices de transparência ao contrato-programa, referindo que as formas de apoio acordadas e atribuídas ao Benfica "consubstanciam verdadeiras comparticipações financeiras, concedidas por instâncias municipais". "O contrato contrariou os normativos legais vigentes", acrescentou a IGF, por não terem sido quantificados devidamente os encargos das entidades públicas envolvidas, em desrespeito pelos princípios da boa gestão dos dinheiros públicos. A investigação conclui que, ao aprovarem o referido contrato-programa, a Câmara e a Assembleia Municipal de Lisboa "instrumentalizaram a EPUL", fazendo-a assumir encargos directos de 18 milhões de euros na prossecução de fins estranhos ao seu objecto social. Mas, além dos 18 milhões, o Benfica encaixou mais 47, pois o contrato-programa ainda lhe permitiu vender um terreno à EPUL e receber outro da Câmara de Lisboa (ver caixa).

Os 18 milhões referidos decorrem de dois negócios. Num deles, a câmara decidiu que a EPUL construiria 200 fogos, em terrenos seus, no Vale de Santo António, e entregaria um terço dos lucros da sua venda. O Benfica recebeu 9,9 milhões de euros, apesar de a EPUL nunca ter construído as 200 habitações. Segundo o então presidente da EPUL, Sequeira Braga, foi Santana Lopes quem definiu que seriam dados 10 milhões de euros ao Benfica, através de um projecto imobiliário da EPUL.

A outra parcela dos 18 milhões resulta do compromisso da Câmara de pagar, através da EPUL, os ramais de ligações às infra-estruturas de subsolo para o estádio. Isto valeu ao Benfica oito milhões de euros, sendo que 80% das facturas que cobrou à EPUL respeitavam a serviços de consultoria: só 20% tinham a ver com os ramais. De resto, parte das facturas tinha data anterior ao contrato-programa.

A IGF detectou ainda outra irregularidade naqueles oito milhões. Mais de um milhão era IVA, sendo que a operação em causa não estava sujeita a incidência deste imposto, por se tratar da comparticipação financeira, de uma entidade pública (EPUL), na construção de um equipamento desportivo.

Nenhuma irregularidade detectada nas facturas do Benfica foi valorizada, para efeitos de responsabilização criminal dos dirigentes do clube.

Inquirido, como testemunha, Santana Lopes assumiu que as negociações com o Benfica que conduziram à elaboração do contrato-programa foram feitas por si e pelo vice-presidente. Carmona Rodrigues, arguido, disse que o dossiê Benfica era tratado directamente por Santana Lopes. E, de resto, várias testemunhas e arguidos coincidiram na versão de que a execução do contrato-programa foi tratada ao mais alto nível, na EPUL, na Câmara e no Benfica."

retirado daqui.

Saudação


Enviado por Off ao cuidado do representante da agremiação no Trio de Ataque, António Pedro Vasconcelos.

Agremiação corrupta premeia os seus

Agradecimento pelos valorosos serviços prestados:
"Olegário Benquerença, Pedro Proença, Lucilio Baptista e Bruno Paixão foram hoje nomeados pela UEFA para participarem no curso avançado para árbitros de Elite e Primeira Categoria, iniciativa que reúne os melhores profissionais da Europa."
(em 'desporto.sapo.pt')

elite
(francês élite)
s. f.
1. O que há de melhor e se valoriza mais (numa sociedade).
2. Minoria social que se considera prestigiosa e que por isso detém algum poder e influência.
(em 'dicionário 'priberam' da língua portuguesa)
será que este conjunto de árbitros, agora nomeados pela 'uefa' para participar num curso avançado, é uma 'elite' do tipo 'o que há de melhor e se valoriza mais (numa sociedade)' ou cai, pelo contrário naquela outra 'minoria social que se considera prestigiosa e que por isso detém algum poder e influência'?..."

retirado daqui e enviado por Off

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Mais incidentes no túnel da agremiação corrupta

"Mais incidentes no túnel da Luz, e num outro jogo: o Benfica-Nacional, de 26 de Outubro, para a 8ª Jornada da Liga Sagres. Incidentes denunciados em exclusivo a Bola Branca, pelo jogador do FC Porto, Rúben Micael, à data a representar o Nacional da Madeira.

Depois de conhecidos os incidentes ocorridos no Benfica-FC Porto, em Dezembro último, para a 14ª Jornada da Liga Sagres, outra partida teve mais problemas no túnel de acesso aos balneários ao Estádio da Luz.

O Benfica-Nacional, a contar para a 8ª Jornada da Liga Sagres também registou incidentes na zona de acesso aos vestiários e, em exclusivo a Bola Branca, Rúben Micael relata empurrões, provocações e insultos, ao intervalo da partida, e protagonizados por Jorge Jesus e Rui Costa.

Neste depoimento, o agora jogador do FC Porto, mas que à altura dos acontecimentos ainda representava os madeirenses, denuncia empurrões do treinador "encarnado" a Cléber, do Nacional, insultos de Rui Costa e dois dedos em riste de Jorge Jesus na cara de Rúben Micael.

Os incidentes, revela o jogador madeirense, foram presenciados por Manuel Aranha e Nuno Pedro, os delegados da Liga de Clubes nomeados para essa partida.

Rúben Micael, neste depoimento a Bola Branca, considera que Jesus e Rui Costa o tentaram provocar, mas que não reagiu, estranhando que até hoje não fosse instaurado qualquer inquérito ao sucedido, três meses passados.

A descrição do centro-campista foi testemunhada por vários companheiros de equipa do Nacional da Madeira, como Edgar Costa, que na 1ª Parte desse jogo marcara o golo dos "alvi-negros" e confirma, em Bola Branca, a versão dos acontecimentos do antigo colega"

in Rádio Renascença

O ataque à opinião livre

Qual Hugo Chavez, o orelhas ataca quem ousa emitir uma notícia desfavorável ao regime.

«É absolutamente lamentável a resposta do Benfica à notícia de ontem da Lusa, que inclusivamente tem um suporte vídeo a comprová-la, sobre incidentes no túnel da Luz após o Benfica-FC Porto da época passada.
Há, de facto, uma agressão e, muito pior do que isso, é que ela é verdadeiramente preparada por dois funcionários que têm o cuidado de antes desviarem a câmara de filmar para a parede de modo a não poder filmar a cena. E a agressão é consumada exactamente nesse lugar e conhece-se porque é captada por outra câmara de que, pelos vistos por "incompetência", aqueles funcionários se esqueceram.

Ora o comunicado em que o Benfica responde é uma diatribe contra um jornalista de grande craveira - e posso atestá-lo na primeira pessoa porque trabalhou muitos anos comigo, no "Público" - e que é, exactamente por ser um homem íntegro e um jornalista preparado e experiente, o editor de desporto da Lusa. Como já o foi do JN e do Púbico. Fossem todos os jornalistas como é o Francisco J. Marques e o país e o jornalismo estavam bem melhores, disso não tenho eu dúvida.
E isto não é corporativismo, nem amiguismo. É apenas justiça.

Responder aos factos atacando torpemente o mensageiro é algo que só faz quem sabe que não tem razão porque não tem argumentos. Em vez de apresentar uma razão para os lamentáveis comportamentos dos seus funcionários, o Benfica limita-se a atacar o jornalista que competentemente fez a notícia. Em vez de anunciar um processo disciplinar aos seus funcionários, vai fazer queixa do jornalista. É por tudo isto que fiquei sem dúvidas sobre o que estava por detrás.

E mais ainda: que o clube anuncie uma queixa à ERC, vá que não vá, sempre é uma entidade que tem autoridade directa sobre as empresas de comunicação; mas que anuncie também uma queixa ao ministro Jorge Lacão, sob o argumento de que é ele tutela a Lusa, é algo que foge à minha compreensão, até porque o ministro deve ter bem mais em que pensar e ainda não tutela a direcção de Informação. E tudo isto - a cena relatada pelas imagens e o comunicado - é algo que mostra como o discurso moralista que tem sido adoptado no clube é, no mínimo, hipócrita. E mais ainda, permite que se tenha os piores pensamentos - porque degradantes - sobre o que se passou no mesmo túnel já esta época.»
Manuel Queiroz, 24/01/2010
in 'De Trivela'

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

“se fosse com outro adversário tenho a certeza que isso não acontecia”

Manú, por sinal um ex-jogador da agremiação corrupta.

"A propósito de escutas e de orelhas sensíveis...

No Marítimo x Guimarães, de nada valeu a Bruno ser o capitão da equipa madeirense. Em apenas três minutos, viu dois cartões amarelos por palavras dirigidas ao árbitro e foi expulso por Duarte Gomes.
Devido a esta expulsão, o capitão do Marítimo ficou impedido de jogar na jornada seguinte. E contra quem ia jogar o Marítimo? Contra o Benfica que, por coincidência, é o clube da simpatia do senhor Duarte Gomes, o tal que num célebre E. Amadora x SLB transformou um corte de cabeça de um defesa do Estrela num penalty a favor dos encarnados. Lembram-se?

Uma semana depois, faltava uma hora para o fim do Marítimo x SLB e, com o resultado completamente em aberto, Olberdam foi expulso por outro árbitro vermelhusco, o senhor João Ferreira. Qual o motivo? Palavras ofensivas.
Em declarações ao DN, o médio brasileiro explica o que se passou.
"Foi uma decisão injusta do juiz. Ele pensou que era para ele, mas o que eu disse era para o Paulo", adiantou o médio do Marítimo, explicando depois que ficou irritado com o companheiro de equipa, de quem diz ser "amigo", por causa do duelo que ele estava a travar com Di María. "O jogador do Benfica foi direito ao Paulo e eu disse-lhe para não cometer falta", explicou, revelando depois as palavras exactas com que se dirigiu ao lateral-direito dos maritimistas: "Eu disse-lhe foi 'Sem falta, c..., p... que pariu! Toda a hora falta, c...'." Ao admitir os palavrões, Olberdam chamou a atenção, de forma irónica, para o facto de que durante os jogos "não é hábito dizer por favor, meu querido ou amor".


Tendo em vista a imparcialidade e uniformidade de critérios apregoada pelo senhor Vítor Pereira, é pena que a sensibilidade dos ouvidos dos árbitros varie consoante as cores das camisolas, conforme refere Manú:
Todos os jogadores, de todas as equipas dizem o que disse o Olberdam. Ele foi expulso e complicou o jogo para nós, mas se fosse com outro adversário, tenho a certeza que isso não acontecia”.

se fosse com outro adversário tenho a certeza que isso não acontecia”, afirmou Manú, por sinal um ex-jogador do SLB.
Não é preciso dizer mais nada."

O ângulo certo


Como se trabalha o ângulo das cameras do circuito interno de televisão no estádio da agremiação corrupta.

(antes da 'correcção')

(com a devida correcção)

Tal como certas conclusões que são feitas à medida ...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

2 pesos e 2 medidas

"O Benfica-FC Porto da época passada teve incidentes entre elementos dos dois clubes, à semelhança do jogo de dezembro que resultou na suspensão preventiva de Hulk e Sapunaru, dos quais a Liga diz não ter conhecimento apesar das imagens o documentarem.

Os incidentes desta época também ficaram registados estando as gravações na posse do Benfica e da Liga dos Clubes, que não as tornaram públicas.

Nas imagens do jogo da 2.ª jornada da época passada, disputado a 30 de agosto de 2008, logo após o final do jogo vê-se um elemento ligado ao Benfica a agredir a pontapé o team-manager do FC Porto, Acácio Valentim, gerando-se logo a seguir uma enorme confusão junto à entrada para o balneário do FC Porto, com praticamente toda a equipa dos dragões a sair do balneário e a envolver-se, no mínimo, numa enorme discussão com elementos aparentemente da segurança do Benfica.

Nas imagens, que não têm som, percebe-se a exaltação, mas não se vê qualquer agressão, até porque o foco da discussão está fora do alcance das câmaras.

Este episódio foi presenciado por pelo menos três agentes da polícia, que são visíveis nas imagens, pelo delegado da Liga Esmeraldo Augusto e por diversos elementos dos dois clubes, entre os quais Rui Costa, do Benfica, ou Reinaldo Teles, do FC Porto.

Apesar dos incidentes a Liga não abriu qualquer procedimento disciplinar, tendo fonte do organismo dito à Lusa que não tomou conhecimento de quaisquer incidentes.

Nas mesmas imagens a que a Lusa teve acesso, captadas na tarde de 30 de agosto de 2008, horas antes do início da partida, vêem-se elementos do Benfica a levantarem o ângulo de uma das câmaras.

Acácio Valentim, funcionário do FC Porto, é agredido com um pontapé nas costas por um elemento aparentemente da segurança do Benfica, que é imediatamente afastado, como se percebe pelas imagens captadas por uma outra câmara colocada a alguns metros de distância.

O jogo Benfica-FC Porto da época 2008/2009 disputou-se a 30 de agosto de 2008, a contar para a 2.ª jornada da Liga e terminou empatado a um golo, numa partida que ficou assinalada pela agressão de um adepto do Benfica ao árbitro assistente.".

No Name Boys contestam legalidade de escutas

No Name Boys contestam legalidade de escutas
A defesa de quatro arguidos dos No Name Boys num caso que envolve a suspeita da prática de vários crimes - entre eles associação criminosa, posse e tráfico de armas de fogo, tráfico de estupefacientes, roubo, incêndio - por parte dos elementos da claque encarnada contestou ontem a legalidade das escutas que serviram de prova para a sua situação. No documento enviado ao tribunal, a defesa dos quatro arguidos considera que há "bizarras" transcrições que estão "feridas a priori de enfermidade" legal, segundo noticiou ontem a Agência Lusa, requerendo a nulidade da prova, argumentando que os telemóveis sob escuta foram usados ilegalmente como gravadores de conversas. No documento pode ler-se ainda que não se verificou uma "efectiva intercepção ou gravação de uma conversação ou comunicação telefónica", mas uma "gravosa e dolosa 'intercepção e gravação através de um aparelho telefónico', sem legitimidade para tal".

curiosamente, ou talvez não, a comunicação social omite esta notícia.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Orelhas condenado

"Difamação
Vieira condenado a pagar um euro a jornalista

O Supremo Tribunal de Justiça confirmou hoje a condenação do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, a pagar um euro ao jornalista António Tavares-Teles, na sequência de um processo por injúrias e difamação
Esta decisão tem a ver com declarações proferidas pelo presidente do Benfica em Novembro de 2005, em que António Tavares-Teles era acusado de «ser pago para dizer mal», de receber «almoços, jantares e charutos» e de escrever artigos de opinião «encomendados».
O diferendo entre Luís Filipe Vieira e António Tavares-Teles começou quando, numa visita ao Canadá, o presidente do Benfica acusou alguns jornalistas de serem «jagunços», «lixo», «porcaria» e de serem pessoas sem «valores de família», prometendo revelar os seus nomes numa entrevista que tinha agendada uns dias depois para a RTP Internacional.
Na referida entrevista, a 15 de Novembro de 2005, e quando lhe foi pedido para revelar os nomes dos tais jornalistas, Luís Filipe Vieira viria a referir apenas o nome de António Tavares-Teles, acusando-o de «ser pago para dizer mal».
O jornalista freelancer António Tavares-Teles interpôs uma acção em tribunal, em que pediu o valor simbólico de indemnização de um euro, alegando que só pretendia repor o seu bom-nome, não tendo visto o tribunal de 1.ª instância atender o pedido.
Seguiu-se recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa, que deu razão às pretensões do jornalista.
Luís Filipe Vieira recorreu para o Supremo, que confirmou a decisão da Relação, condenando o dirigente ao pagamento de um euro ao jornalista.
p.s. - "Consta que há um presidente de uma SAD que foi condenado no Tribunal da Boa Hora, em 1993, por roubo. Digo já que não fui eu!" - Pinto da Costa"

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Pode ser o João

Como se abre caminho para a "goleada"

Tal como sucedeu no golo frente ao F. C. Porto, a agremiação corrupta beneficia de um fora de jogo (Ramirez) no inicio da jogada do 1º golo da partida.

Como se não fosse suficiente, o João 'pode ser o João' Ferreira deixa passar um lance de grande penalidade por mão de Maxi Pereira.
Se juntarmos as expulsões, 2 neste jogo e a de Bruno na jornada anterior, temos as condições perfeitas para golear.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Pedro Machado: «O Raúl José agrediu o Vandinho»

Mas o CD da Liga qual delegação da agremiação corrupta, preferiu abrir inquérito a Vandinho.

"A Liga terá aberto um processo de inquérito a Vandinho por causa das ocorrências no túnel do Estádio Axa durante o intervalo do Sporting de Braga-Benfica.

A decisão foi tomada depois de Raul José, adjunto de Jorge Jesus, ter apresentado uma queixa contra o médio brasileiro por alegada agressão durante os incidentes no túnel de acesso ao relvado no jogo que o Braga venceu por 2-0. A Liga resolveu dar seguimento à queixa, apesar de o caso não constar do relatório do árbitro.

Se for considerado culpado, Vandinho poderá ser suspenso vários meses."

Ai está o aguardado ataque dos orgãos afectos à agremiação corrupta ao S. C. de Braga.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

"Olberdam garante que não insultou João Ferreira"

No lance da expulsão, o médio brasileiro terá dirigido um palavrão a Paulo Jorge, seu colega de equipa. Garantia deixada pelo próprio Olberdam, em Bola Branca.

Olberdam, o jogador do Marítimo que João Ferreira expulsou por palavras injuriosas alegadamente dirigidas a si próprio, aos 31' do jogo que os madeirenses realizaram ontem com o Benfica (0-5), acha que o árbitro está de consciência pesada.

O centro-campista garante, em entrevista Bola Branca, que estava a falar com Paulo Jorge, colega de equipa dos "verde-rubros", com um palavrão no meio, mas não para o árbitro.

Por isso, Olberdam considera a expulsão injusta e considera que a sua atitude foi interpretada erradamente pelo juiz setubalense.

Ainda assim, o brasileiro acusa João Ferreira de não ter reagido da mesma forma a palavras idênticas dirigidas ao árbitro por jogadores do Benfica e assegura que o episódio da noite passada lhe serviu de lição no futebol português.

Por último, Olberdam reconhece que a expulsão foi "determinante" para uma derrota tão pesada dos madeirenses, elogiando os companheiros pelo comportamento em campo quando se encontraram em inferioridade numérica.

«Fiquei surpreendido com coisas que aconteceram hoje»

Mitchel van der Gaag, treinador do Marítimo, queixou-se, no final do jogo, de vários acontecimentos inesperados que ditaram a goleada do Marítimo diante do Benfica.

«Perdemos 5-0 mas com algumas coisas que quando eu jogava nunca aconteceriam. Temos de levantar a cabeça...», disse o técnico, que se mostrou surpreendido com o lance que deu origem ao terceiro golo do Benfica. «O Di María estava fora de campo, mas entrou, perdemos a bola e foi penalty, com mais um jogador expulso», disse o técnico, sem, no entanto, fazer qualquer acusação ao árbitro.

Aliás, o discurso do treinador holandês não visou o árbitro, ao contrário do que sucedeu com Peçanha, guarda-redes que se mostrou revoltado com João Ferreira. Van der Gaag, aliás, pareceu até dar o benefício da dúvida ao árbitro pela expulsão, por palavras de Olberdam. «Não sei o que aconteceu na expulsão do Olberdam. Não sei o que ele disse, mas sei que os jogadores falam muito. Não sei o que aconteceu, mas sei que a expulsão condicionou o nosso jogo».

Van der Gaag deu os parabéns à sua equipa, «porque fez tudo em circunstâncias em que é muito difícil jogar».


em A Bola que, certamente distraída, publicou estas graves afirmações do treinador do Marítimo visando a agremiação corrupta.


«O que fizeram connosco foi brincadeira»

O guarda-redes do Marítimo mostrou-se esta noite indignado com as decisões do árbitro João Ferreira, no jogo com o Benfica: «Fizemos um bom jogo na medida do que nos deixaram fazer».


Peçanha foi o jogador dos madeirenses chamado à flash-interview da SportTV e foi também bastante incisivo nas críticas: «Quando um treinador vem aqui criticar a arbitragem é suspenso e é penalizado. Só peço que tenham mais respeito pelos profissionais que estão em campo. O que fizeram connosco foi brincadeira. Somos obrigados a respeitar árbitros e adversários. Quem nos respeita a nós?», indignou-se o futebolista.

Peçanha garantiu sentir-se «prejudicado» e foi mais longe nas críticas. «Brincam com o trabalho de uma pessoa, dependemos do ordenado que o clube paga. Não estão a dar-nos respeito que merecemos. Temos que parar para ver o campeonato português. Não vejo isto noutras ligas», disse, queixando-se da arbitragem de João Ferreira.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Inimigos da verdade desportiva levam petição à AR


Como é que um orgão de soberania como a Assembleia da República compactua com quem defende a máfia encarnada que mina o futebol português ?

O que estava José Eduardo Bettencourt no meio de gente que não se identifica com os princípios do Sporting Clube de Portugal ?

Como pode o Presidente leonino associar-se ao que impunemente acontece jornada após jornada na liga portuguesa e já apelidado de apito encarnado !

Como disse Rui Oliveira e Costa, "isto está para além do razoável".


Segundo a lei Aimar, seria falta


Jogo perigoso sobre Rodriguez dentro da área do F. C. Porto.

Segundo a lei Aimar colocada em prática na visita da agremiação corrupta a Leiria, seria falta.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Eis o que acontece quando se perde a vergonha

Nomeações para a 16º jornada:
  • Académica-Sp. Braga, Lucílio Baptista (Setúbal)
  • Marítimo-Benfica, João Ferreira (Setúbal)

Xistrema encarnado passou por Guimarães

Tal como no jogo para o campeonato, em que o Vitória sofre um golo a partir de um livre mal assinalado, a equipa da casa volta a ser fortemente prejudicada frente ao mesmo adversário.
  • mão na bola de Caceteiro Luiz que originava grande penalidade
  • expulsão perdoada a Mergulhamar ainda na 1º parte
  • o golo anulado a Roberto que daria a vitória ao Vitória
Para quando o apito encarnado ?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

«Vou concretizar um sonho de miúdo»

Se já é questionável o carácter de alguém que tem o sonho de jogar na agremiação corrupta, ainda é mais questionável quando a entrevista, ao orgão não oficial da agremiação, surge na semana seguinte à que a sua actual equipa defrontou a agremiação.
E como se não fosse suficiente, foi este mesmo jogador que proporcionou a El Buceador liberdade para marcar o golo de canela na sequência de mais um canto inexistente.

Nada de novo, para quem se recorda de performances semelhantes de Makukula, Jorge Ribeiro, Rui Duarte e tantos outros.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Até a Rola encarnada concorda ...

Miguel Vítor carrega Sidnei na área de grande penalidade?

Jorge Coroado: Miguel Vítor, na área, com ambos os braços, empurrou Sidnei (lance semelhante ao ocorrido aos 68' a meio-campo e cometido pelo mesmo jogador). Seria grande penalidade a que o árbitro fez vista grossa.

Rosa Santos: Existe um ligeiro toque de Miguel Vítor em Sidnei, mas não o suficiente para se marcar uma grande penalidade a favor do Rio Ave.

António Rola: O jogador do Rio Ave, ao sentir o contacto da mão do adversário nas costas, tenta tirar proveito dessa situação. Sendo assim, dou o benefício da dúvida ao árbitro ao nada considerar.


Para além de nova grande penalidade que ficou por assinalar, o registo das inúmeras simulações de faltas por parte de Saviola que deveriam ter resultado nos respectivos cartões amarelos e consequente expulsão.

Assim vai o 2º classificado.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Olarápio Benquerença (3)

(cont.)

4) A agressão de Maxi Pereira




Mas afinal o que foi o Orelhas fazer ao parlamento ? Qual a verdade desportiva ele representa ?

Olarápio Benquerença (2)

(cont.)

3) A agressão de Javi Garcia





Olarápio Benquerença (1)


Uma dos jogos mais vergonhosos desta temporada, com o beneficiado do costume.

1) Golo limpo anulado ao Nacional da Madeira


2) Agressão selvagem de Luisão que passa incólume

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Petição pela verdade desportiva entregue no Parlamento

"A petição pela verdade desportivo deu, esta terça-feira, entrada na Assembleia da República. Ao lado do jornalista Rui Santos, estiveram diversas personalidades incluindo Gilberto Madaíl, Hermínio Loureiro, Luís Filipe Vieira e José Eduardo Bettencourt"

Alguma coisa está errada quando vemos o orelhas associado a qualquer iniciativa ligada à verdade desportiva.
É como ter visto o Al Capone a assinar uma petição contra a corrupção ou o Caceteiro Luiz contra as entradas violentas.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Provem que são capazes !

"Provem que são capazes de ser campeões no campo e não no túnel, que são capazes de ganhar um campeonato sem comprar a transferência de jogos de estádio e sem a colaboração dos amigos colocados em lugares de decisão na Liga, que, em tempos, Luís Filipe Viera declarava ser mais importante de ter do que uma boa equipa de futebol! Faccioso ou não, eu acho e sempre achei que o melhor deve ganhar e à vista de todos."

Miguel Sousa Tavares na sua crónica semanal no 'jornal' A Bola.

Como pode haver auto-intitulados adeptos de futebol que compactuam com equipas que preferem vencer nos túneis e não no campo; que transferem jogos para onde mais lhes convém; que dependem de acções do CD da Liga para enfraquecer os adversários e de arbitragens tendenciosas para desempatar partidas.

De que desporto são eles adeptos ?

domingo, 3 de janeiro de 2010

Ano Novo, os hábitos de sempre

A agremiação corrupta inicia novo ano tal como terminou o anterior, a roubar.

Min. 19: Olegário Benquerença invalida um golo legal a Rodrigo, acabado de entrar, que cabeceia em vólei um cruzamento primoroso de Amuneke, fugindo aos centrais encarnados.

Min. 29 - Luisão é poupado à expulsão após pontapear Leandro Salino caído no chão.

Min. 71 - Grande penalidade perdoada ao Benfica por David Luiz ter varrido Rodrigo na área, quando o central se preparava para mudar de direcção. Rodrigo ficou isolado por um corte deficiente de cabeça de Maxi.

O Nacional da Madeira ainda há pouco tempo tinha sido espoliado no mesmo local como tivemos oportunidade de denunciar aqui e aqui.