Espaço criado para expor a máfia corrupta do Benfica, o clube para quem "os lugares da liga são mais importantes que os bons jogadores". Aqui o clube do traficante arguido não terá descanso e a batota e o doping serão desmascarados. ** The TRUTH about Portuguese football ** oantilampiao@gmail.com
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Parabéns CML
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Salazar ofereceu estádio
Salazar ofereceu estádio ao Benfica e PSD e PS ofereceram o actual'
SALAZAR OFERECEU EX-ESTÁDIO DA LUZ AO BENFICA'
Logo que, em Março de 1944, o Clube teve conhecimento de que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) - proprietária do Campo Grande, onde o Benfica jogava desde 05/10/1941 - estava a estudar uma nova localização para o recinto benfiquista, começou a pensar-se na ideia de construir um novo estádio. Porém, os anos foram passando e as Direcções do Clube, eleitas anualmente, mostravam-se incapazes de obter, da CML, terrenos para a edificação do novo campo.
ALGUNS ASSOCIADOS DESCONTENTES COM A SITUAÇÃO SÃO ELEITOS, A 19/01/1946, PARA A DIRECÇÃO, CONSEGUINDO, A 17/05/1946, UM ENCONTRO NO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, DURANTE O QUAL O MINISTRO ENG.º CANCELA DE ABREU SE MOSTRA INTERESSADO NA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA, AFIRMANDO QUE "O BENFICA É DE BENFICA E PARA LÁ TEM DE VOLTAR!".
Procurava-se, por tudo isto, obter terrenos em condições vantajosas: topografia que facilitasse (e não encarecesse) os trabalhos e a um preço acessível, já que o desejo não era arrendar mas sim comprar - o que, para evitar encargos futuros, só viria a ser possível em 21/10/1969. Quanto ao tipo
de construção, o ideal seria um estádio sem luxos, mas funcional, à imagem do Benfica, ou seja, um recinto desportivo com uma capacidade de assistência aceitável para a massa associativa (40 000 lugares - o Clube registava 14 334 sócios em 31/12/1949) e erguido a partir de um projecto que comtemplasse a possibilidade de ampliação futura. DEPOIS DE DELIMITADOS OS TERRENOS EM CARNIDE - ENTRE A ESTRADA DE BENFICA, A RUA DOS SOEIROS E A AZINHAGA DA FONTE (PRÓXIMO DO LOCAL ONDE ESTAVA PROJECTADA A NOVA AVENIDA CIRCULAR DE LISBOA) -, INICIARAM-SE AS EXPROPRIAÇÕES POR PARTE DA CML, A 15/11/1949.
in Estádios do Sport Lisboa e Benfica.
P. S. 1 - Os terrenos foram roubados aos proprietários e entregues pelo regime de Salazar ao Benfica, via Cãmara de Lisboa' Tendo ainda ajudado a financiar parte dos custos com a construção do ex-Estádio da Luz' OS DONOS DOS TERRENOS ROUBADOS NÃO RECEBERAM QUALQUER COMPENSAÇÂO, TENDO A CÃMARA DE LISBOA INVOCADO O "INTERESSE NACIONAL"!
P. S. 2 – Anos mais tarde outros governos viriam a ajudar o Benfica na construção do actual Estádio da Luz, via Câmara de Lisboa através da citada e de empresas municipais, como a EPUL'
enviado por email por leitor devidamente identificado
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Somague ? Arquive-se !
in http://jumento.blogspot.com/
Se avaliarmos correctamente este caso, ele tem tudo para ser desinteressante para o Ministério Publico.
a) não envolve o Porto nem o seu presidente
b) envolve a Somague grande financiadora do clube rosa e grande parceira da Obriverca. Somague, que em tempos aceitou o passe de jogadores rosa como garantia de parte da dívida do clube da luz.
Ainda se corria o risco de se voltar a falar no financiamento do estádio da Luz ou na venda de terrenos à EPUL.
O melhor mesmo é arquivar.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
CML (1)
" Sá Fernandes acusa EPUL de pagamento indevido O vereador do Bloco de Esquerda na Câmara Municipal de Lisboa (CML), José Sá Fernandes, acusou esta quinta-feira a Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) de ter pago indevidamente cerca de oito milhões de euros ao Benfica para a construção dos ramais de ligação às infra-estruturas do novo estádio.Numa conferência de imprensa, onde apresentou os dados relativos ao pagamento, o vereador bloquista afirmou tratar-se de uma “situação de gravidade extrema”. Sá Fernandes adiantou que os órgãos autárquicos tinham decidido que a “construção dos ramais de ligação às infra-estruturas de subsolo do novo estádio, bem como a fiscalização e a consultaria” do projecto benfiquista seria assegurado pela autarquia, através da EPUL, e através de uma empresa sua participada, mas o custo nunca seria superior a um milhão de euros.O vereador bloquista questiona porque é que Carmona Rodrigues, na altura vice-presidente do executivo camarário, “decidiu por sua iniciativa que a EPUL viesse a pagar uma verba superior a seis milhões de euros”, que devido ao IVA acabou por ser de 8,1 milhões."
in CM