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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Coca Cola não se escreve com 4 letras

Um breve resumo de tudo aquilo que já foi exposto neste blog acerca da relação quase umbilical entre a agremiação corrupta e o sub mundo do tráfico.

AQUI, para recordar e divulgar.

esta questão da droga ...

O candidato à presidencia da agremiação corrupta lançou fortes críticas ao actual presidente, tocado em pontos sensiveis e que são normalmente 'esquecidos' pela comunicação social.


Nem vale a pena mencionar que Vieira assumiu a Presidência do Benfica através de um número de sócio absolutamente questionável, não me deixando de surpreender que neste país não tenha havido um único jornalista que tenha levado isto a sério tendo sempre todos preferido ignorar o assunto.


Todos estes assuntos estão há demasiado tempo debaixo do tapete.


Mas esta questão da droga não pode ser ignorada.


O senhor agora acusado e detido por posse de 9,5 kg de cocaína foi o mesmo que, em 2009, veio com o Sr. Presidente do Benfica ameaçar-me a um hotel de Lisboa onde eu preparava a minha candidatura.


Toda distância que tentarão colocar entre esse senhor e o Presidente do Benfica será apenas para enganar todos aqueles que querem ser enganados.

Recordamos aqui as declarações de 2009

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Uma escola de má vida

À semelhança de tantos outros jogadores que passaram pela agremiação corrupta, também Manuel Fernandes parece ter sido vitima da falta de princípios que grassa na agremiação.

Samet Aybaba, que na última época trabalhou com Manuel Fernandes no Besiktas, teceu duras críticas ao internacional português, acusando-o de problemas de alcoolismo.

"O Manuel Fernandes tem talento, mas é caprichoso. Normalmente, chegava aos treinos a cheirar a álcool. Todos sentiam o odor que lhe saía da boca. Noites, prostitutas e problemas com a polícia", rematou, citado pelo jornal turco "Skorer", antes de confirmar que deu aval para que o médio português fosse vendido

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Os protegidos do Orelhas II

"Ministério Público acusou 38 pessoas ligadas à claque benfiquista e diz haver indícios do apoio de Luís Filipe Vieira aos acusados.

O conteúdo de uma pen-drive apreendida a um elemento do 'No Name Boys' (NNB) foi apenas um indício para o Ministério Público avançar para a acusação de associação criminosa. Dentro do dispositivo encontravam-se informações detalhadas sobre elementos da rival Juve Leo: fotografias dos dirigentes, acompanhadas por notas sobre "namoradas, cônjuges e restantes familiares". A recolha de informação fazia parte da forma de actuação dos NNB. Os 38 elementos ligados a esta claque foram acusados pelo DIAP de Lisboa de crimes de associação criminosa e tráfico de estupefacientes.

A acusação é feita após um grupo de 30 suspeitos ter sido detido em Novembro de 2008, na operação'Fair Play' realizada pela PSP de Lisboa. Nas buscas domiciliárias, a polícia apreendeu droga, armas e material pirotécnico.

Terá sido a metódica recolha de informação que levou elementos do NNB ao encalço de João Filipe Sério, adepto do Sporting e membro do grupo "1143" que integra a Juventude Leonina. Em Fevereiro de 2008, quatro elementos do NNB, abordaram o rival junto à casa deste.

João Sério ainda tentou fugir para uma esquadra da PSP, que fica nas imediações. Porém foi alcançado pelo grupo. Um dos agressores, segundo a acusação, "desferiu diversos golpes no corpo do ofendido com uma faca que trazia consigo". Os restantes, "utilizando tochas incendiárias queimaram o corpo do ofendido, nomeadamente na anca esquerda e no abdómen, ao mesmo tempo que, utilizando um taco, desferiram com ele pancadas no corpo daquele, atingindo-o em várias zonas letais, nomeadamente na cabeça".

Este é apenas um caso relatado no despacho de acusação do DIAP de Lisboa neste caso, o qual resultou na junção de vários processos dispersos por diferentes comarcas. Um destes veio da comarca do Seixal e diz respeito à agressão e destruição do carro de um jornalista de O Jogo no centro de estágio dos "encarnados". O episódio ocorreu em Abril de2008 e o envolvimento dos NNB foi "apanhado" em escutas telefónicas. No dia da agressão, MIguel C. telefonou a Hugo C (ambos acusados no processo), contando que um grupo esteve no Seixal onde "partiram a boca toda a um do Jogo".

Os membros da claque partiram ainda o vidro do carro do jornalista, e tentaram introduzir no interior da viatura uma tocha incendiária que poderia ter destruído por completo o carro. "Partimos o carro todo do jornalista, (…) mandei uma tocha para dentro do carro, só não incendiou porque saiu fora", disse Miguel C, numa escuta que está transcrita na acusação.

Os líderes da claque são ainda suspeito de revenderem ilegalmente bilhetes para os jogos do Benfica. Os ingressos seriam cedidos à claque a um preço reduzido, mas depois eram colocados mais caros no mercado. O DIAP de Lisboa sustenta que o lucro obtido era "investido" depois no negócio da droga. "
in DN

Os protegidos do Orelhas

"Protegidos por Vieira

O presidente do Benfica garantiu ao Ministério Público nem sequer reconhecer os No Name Boys, acusando a polícia e a segurança privada pelo mau controlo de armas e material incendiário nos estádios. Só que a PSP, num relatório a que o Correio da Manhã teve acesso, arrasa Luís Filipe Vieira.

Pode ler-se que o líder reúne com a claque para lhes dar todo o apoio, deixando entrar as tochas nas bancadas da Luz, despediu o chefe de segurança do clube por ajudar a PSP a identificar os criminosos e almoça com o comandante da polícia para lhe pedir que facilite na presença policial junto dos No Name. Muitos deles entretanto presos por droga, armas, roubos, incêndios e espancamentos a adeptos rivais.

O Ministério Público (MP) acusou um total de 38 pessoas no inquérito relativo ao grupo de apoiantes do Benfica designado por "No Name Boys", precisou hoje a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) de Lisboa.

Aquela estrutura do MP adianta na sua página na internet que foram imputados "crimes de associação criminosa, tráfico de estupefacientes, detenção de arma proibida, distribuição irregular de títulos de ingresso, incêndio, dano com violência, roubo qualificado, ofensa à integridade física e arremesso de objectos".

Refere também que "três arguidos estão em prisão preventiva, quatro estão em prisão domiciliária e dois estão sujeitos, desde o primeiro interrogatório judicial, a interdição de entrada em recintos desportivos". Acrescenta que foi requerida a aplicação a mais sete arguidos da medida de interdição de entrada em estádios de futebol. O inquérito esteve a cargo do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa.

O caso tornou-se conhecido há cerca de seis meses, com a detenção de mais de 30 pessoas no âmbito da "Operação Fair Play", ação realizada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa, em colaboração com a PSP, que investigou situações relacionadas com atos de violência de que foram vítimas adeptos do FC Porto e Sporting.

A operação permitiu ainda, entre outras coisas, a apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e droga."

domingo, 17 de maio de 2009

A droga e a agremiação

"Cerca de quatro dezenas de elementos da claque do Benfica No Name Boys foram acusados de vários crimes e o presidente do clube, Luís Filipe Vieira, foi alvo de uma participação à Comissão Disciplinar da Liga de clubes por apoiar aquele grupo de adeptos. A certidão foi também remetida para o Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto, entidade junto de quem a claque se deveria ter legalizado, identificando todos os seus membros.

O mais conhecido grupo de apoiantes do Benfica foi alvo de uma aparatosa acção policial há cerca de meio ano, através da operação Fair Play, desencadeada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa com a colaboração da Polícia de Segurança Pública. Das mais de três dezenas de detidos, três ficaram presos preventivamente, quatro em prisão domiciliária e pelo menos dois proibidos de frequentar recintos desportivos.

A acção policial saldou-se ainda na apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e mais de dez quilos de haxixe e 115 gramas de cocaína. O libelo sustenta que a claque era financiada através da venda de ingressos para os desafios e de substâncias estupefacientes, nomeadamente haxixe e cocaína. Foram ainda recolhidos indícios da venda e revenda de armas de fogo, nomeadamente de TASER (armas que atingem as vítimas com choques eléctricos), que teriam uma potência superior às usadas pelas forças de segurança.

A investigação abrangeu várias situações relacionadas com actos de violência de que foram vítimas adeptos do FC Porto e do Sporting. E ainda confrontos com forças de segurança e apreensões de droga. O inquérito acabou por agrupar factos ilícitos que estavam dispersos por outros processos. Nos casos da suspeita de tráfico de droga e de armas, as autoridades realizaram escutas telefónicas.

Através das escutas, recorde-se, a PSP pôde reunir elementos que a ajudaram a identificar a autoria moral e material do incêndio ateado ao autocarro que transportou a claque dos Superdragões, que se deslocou a Lisboa, em 21 de Julho de 2008, para apoiar a equipa de hóquei em patins do FC Porto que jogava contra o Benfica. Na origem deste acto esteve, segundo a acusação, o ódio contra o FC Porto, realçando a premeditação do acto, uma vez que o autocarro tinha sido antes seguido por uma viatura ligada aos No Name Boys.

Cerca de cinco meses antes, elementos daquela claque benfiquista terão provocado danos no complexo desportivo do Sporting, Alvaláxia XXI. Destruíram cancelas, derrubaram um sinal de trânsito e pintaram as paredes da sede da Juve Leo com os seus símbolos. A acusação relata também a agressão de que foi alvo um jornalista de um diário desportivo, quando se encontrava em serviço junto ao complexo desportivo do Benfica, no Seixal. Depois de apedrejarem a viatura do jornalista, os elementos da No Name Boys retiraram do seu interior um taco de bilhar com o qual destruíram o vidros e provocaram diversas amolgadelas, lançando depois uma tocha incendiária que, frisa a acusação, só não consumiu a viatura porque caiu fora. Além dos danos materiais, o jornalista acabou por ficar ferido na sequência do incidente.

O facto de agirem sempre em superioridade numérica, munidos de tacos, facas e outros utensílios, é também assinalado noutras situações. Numa delas, a vítima foi um elemento da claque Juve Leo, do qual conheciam a sua morada, ligações familiares e outros elementos da sua vida pessoal, a partir de um ficheiro criado no seio da claque.

Uma das situações relatadas ocorreu na madrugada de 25 de Fevereiro do ano passado, na Amadora, onde esperaram um jovem junto à sua residência. Este, apercebendo-se da cilada, tentou fugir em direcção à esquadra da PSP, mas não o conseguiu. Acabou por ser alvo de várias agressões, que culminaram com diversas queimaduras no corpo provocadas pela utilização de tochas incendiárias. A vítima teve que ficar cerca de um mês em recuperação. Apesar de as agressões serem imputadas a um grupo numeroso, apenas três dos seu elementos acabaram por ser identificados pelas autoridades."