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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Tratamento diferenciado

Julho de 2013
O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decreta a interdição, por um jogo, do Estádio da Oliveirense. Motivo? Na recepção ao Leixões, o speaker de serviço resolveu abrir o microfone e promover o apoio à sua equipa enquanto o jogo decorria. «Temos que aceitar o castigo porque foi tudo verdade. Temos que perdoar o ‘speaker’, porque não tem consciência das lides desportivas e deixou-se levar pelas emoções do momento. Não mediu as consequências e agora temos que pagar por isso», disse o presidente da Oliveirense, José Godinho, garantindo que não ia recorrer da decisão.
Abril de 2014
Durante o Benfica-Olhanense, o speaker de serviço decide abrir o microfone e promover o apoio à sua equipa enquanto o jogo decorria. O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decreta uma multa de €2,551 «por utilização de aparelhagem sonora no decurso do jogo».

Agradecemos ao nosso leitor Raul o envio desta informação.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

É bem mais barato agredir um polícia...

Como Jorge Jesus poderá atestar.

Segundo noticia a Benfica TV, Sapunaru, Helton, Hulk, Rodríguez e Fucile terão de pagar multas compreendidas entre os 35 mil euros e os 90 mil euros.
Sapunaru foi condenado ao pagamento de 90 mil euros, Helton de 60 mil, Hulk, Rodríguez e Fucile de 35 mil euros cada.
O Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa ordenou ainda o pagamento de indemnizações de 30.500 euros a cada assistente de recinto.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Culpado !

Longe da protecção da LPFP, o treinador da agremiação corrupta não teve outra solução que não a de admitir a culpabilidade na agressão a um agente da autoridade.

O técnico do Benfica, Jorge Jesus, vai pagar 25 mil euros a "duas instituições de solidariedade social" e 500 euros ao agente da PSP por si agredido após a partida Vitória de Guimarães-Benfica.
De acordo com um comunicado divulgado nesta quarta-feira pela a Procuradoria Distrital do Porto, Jesus aceitou pagar este valor para garantir a suspensão do processo movido contra si pelo Ministério Público, que será arquivado caso o técnico do Benfica faça o pagamento das multas e não reincida num crime da mesma natureza. 
"Obtida também a necessária concordância judicial, foi o processo de inquérito, quanto ao referido treinador principal, suspenso pelo prazo de oito meses, prazo durante o qual deverá dar cumprimento às seguintes injunções: Entrega de satisfação pecuniária ao lesado, agente da PSP, no valor de 500 euros", refere o documento da Procuradoria Distrital do Porto. 
Jesus fica também obrigado ao "pagamento de 25 mil euros a duas instituições de solidariedade social identificadas - 12.500 a cada uma delas -, uma com atuação na área da saúde, outra na área do apoio à criança". 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Jornalista da 5lb tv julgado por agredir os filhos


O jornalista da televisão da agremiação corrupta, Valdemar Duarte está a ser julgado hoje no Tribunal de Sintra por dois crimes de violência doméstica contra os dois filhos menores, gémeos de 15 anos. 
Segundo a acusação, os factos ocorreram a 24 de Novembro de 2011, quando os dois menores se esqueceram da chave de casa em casa da mãe. 

Muito difícil a relação destes indivíduos com a 'justiça' que não controlam.

A falta que lhe deve fazer o Ricardo Costa.

domingo, 22 de abril de 2012

Apanhados novamente

Apesar de a investigação não ter seguido esse rumo, é tido como bastante provável o envolvimento directo da agremiação corrupta no apoio às acções perpetradas por estes seus adeptos.


«O caso das ameaças ao árbitro internacional Jorge Sousa chegou ao fim. Há uma semana, os sete arguidos foram condenados pelo Tribunal de Paredes a penas de multa inferiores a um ano. Um deles foi absolvido. Todos adeptos do Benfica, estavam acusados de violação de domicílio e injúria agravada por terem aterrorizado o árbitro durante vários meses. (...) Os arguidos estavam acusados de violação de domicílio e tiveram de pagar uma indemnização a Jorge Sousa. Apenas Luís Marques e Rui Franco respondiam também por injúria agravada, tendo as penas mais pesadas - multa de 880 e de 1080 euros, respectivamente. Os restantes arguidos - Hugo Silva, José Sousa, Tomás Lima e António Vieira - têm de pagar multas entre os 480 e os 540 euros cada.»



"sei com quem estás feito e sei onde moras" são apenas algumas das mensagens que Jorge Sousa começou a receber em Novembro de 2009, antes de um Braga-Benfica (2-0). Sucederam-se novos SMS e várias chamadas em que o árbitro era ameaçada de morte, o que o motivou a apresentar queixa.
Depois de um período calmo, os adeptos encarnados voltaram a atacar. A 18 de Março de 2010 - dia em que foi nomeado para apitar o Porto-Benfica (0-3) da final da Taça da Liga - Jorge Sousa começou a receber toques, chamadas anónimas e SMS. Na caixa de correio, encontrou um manuscrito sem assinatura, em que lhe era exigida isenção na arbitragem.
O colectivo de juízes deu como provado que as ameaças provocaram terror a Jorge Sousa e que lançaram suspeitas sobre o desempenho profissional do árbitro.



A decisão do tribunal é de 12 de Abril, no entanto face ao envolvimento de adeptos da agremiação corrupta a comunicação social avençada preferiu não divulgar a noticia.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Estão a tentar ilibar o braço armado da agremiação corrupta

«O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, vai ser chamado para ser ouvido como testemunha no âmbito do processo que levou hoje à detenção de 30 elementos dos 'No Name Boys'. O Ministério Público quer esclarecer como é que uma claque que não estava legal tinha direito a uma sede no estádio do clube, avançou ao Expresso fonte policial. O espaço é conhecido como "A Casinha".
A operação da PSP teve início na madrugada de hoje e visou membros dos 'No Name Boys' que têm vindo a agredir adeptos de claques rivais e também elementos das forças policiais. (…) Trinta elementos do grupo foram detidos, incluindo os dois supostos líderes: Miguel Claro e José Pité. Os detidos estão indiciados por ofensas corporaisassociação criminosatráfico de droga e danos e incêndio a um autocarro que transportava adeptos do FC Porto para um jogo de hóquei em patins, em Junho deste ano.
A operação, efectuada no âmbito de uma investigação a cargo do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, resultou ainda na apreensão de haxixe, cocaína, heroína, ecstasy. Foram também confiscados bastões, soqueiras e tochas incendiárias
in EXPRESSO, 16/11/2008


«O mais conhecido grupo de apoiantes do Benfica foi alvo de uma aparatosa acção policial há cerca de meio ano, através da operação Fair Play, desencadeada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa com a colaboração da Polícia de Segurança Pública. Das mais de três dezenas de detidos, três ficaram presos preventivamente, quatro em prisão domiciliária e pelo menos dois proibidos de frequentar recintos desportivos.
A acção policial saldou-se ainda na apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e mais de dez quilos de haxixe e 115 gramas de cocaína. (…) Foram ainda recolhidos indícios da venda e revenda de armas de fogo, nomeadamente de TASER (armas que atingem as vítimas com choques eléctricos), que teriam uma potência superior às usadas pelas forças de segurança.
A investigação abrangeu várias situações relacionadas com actos de violência de que foram vítimas adeptos do FC Porto e do Sporting. E ainda confrontos com forças de segurança e apreensões de droga. O inquérito acabou por agrupar factos ilícitos que estavam dispersos por outros processos. Nos casos da suspeita de tráfico de droga e de armas, as autoridades realizaram escutas telefónicas.
Através das escutas, recorde-se, a PSP pôde reunir elementos que a ajudaram a identificar a autoria moral e material do incêndio ateado ao autocarro que transportou a claque dos Superdragões, que se deslocou a Lisboa, em 21 de Julho de 2008, para apoiar a equipa de hóquei em patins do FC Porto que jogava contra o Benfica. Na origem deste acto esteve, segundo a acusação, o ódio contra o FC Porto, realçando a premeditação do acto, uma vez que o autocarro tinha sido antes seguido por uma viatura ligada aos No Name Boys. (...)»
in PUBLICO, 16/05/2009


Os textos anteriores são extratos de duas das muitas notícias que a comunicação social divulgou sobre este caso e que, por si só, ilustram a enorme gravidade dos atos praticados. Deste modo, na sequência da investigação desencadeada pelo DIAP de Lisboa, com a colaboração da 3.ª Esquadra de Investigação Criminal da Polícia de Segurança Pública, o Ministério Público decidiu levar a julgamento 37 arguidos. Na acusação é dito que estes indivíduos praticaram crimes “minuciosamente planeados e executados com superioridade numérica e mediante a utilização de meios especialmente perigosos”, destacando que agiam “motivados por ódio e intuitos de destruição, sem motivação relevante, contra elementos de outras claques”.

Perante o conjunto de factos gravíssimos que faziam parte da acusação contra os elementos dos No Name Boys e o manancial imenso de provas materiais incontestáveis que a suportavam, o coletivo de juízes da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa não fechou os olhos, não se acobardou e decidiu fazer aquilo que cada vez é mais raro em Portugal: Justiça!
Deste modo, em 28 de Maio de 2010, o juiz Renato Barroso leu uma sentença que honra a Justiça portuguesa e na qual foram condenados 29 dos 37 arguidos do processo, com 13 elementos da claque benfiquista a serem sujeitos a penas de prisão efetiva e 16 sentenciados com penas suspensas.
Sim, é verdade que apenas 13 dos 37 arguidos foram condenados a penas de prisão efetiva, mas os juízes, mesmo os bons, têm de julgar de acordo com as leis existentes e todos sabemos que as leis penais portuguesas são brandas, feitas a pensar na “recuperação e reinserção dos criminosos na sociedade”.

Contudo, no passado fim-de-semana a comunicação social noticiou uma reviravolta neste caso: na sequência de recursos das defesas, o Tribunal da Relação de Lisboa mandou repetir (!) o julgamento. Assim, já no próximo mês, sete elementos dos No Name Boys, entre os quais José Pité Ferreira, Hugo Caturna e António Claro, considerados os líderes desta claque benfiquista e que foram condenados a 12, 8 e 7 anos de prisão, vão voltar a tribunal.

Que os próprios não tenham noção da gravidade dos atos que cometeram e que os seus advogados os tentem safar eu até entendo, agora que um Tribunal superior tenha mandado repetir o julgamento é que me parece sintomático daquilo que, na prática, é a (in)Justiça portuguesa.

Se o objetivo é atenuar as penas destes indivíduos e, quiçá, evitar que eles cumpram penas de prisão efetiva (talvez a coisa se resolva com uma pulseira eletrónica…) para quê gastar dinheiro dos contribuintes e perder mais tempo com um novo julgamento?
A minha sugestão é que todas as provas recolhidas sejam eliminadas (não deve ser difícil arranjar uns erros processuais…) e que todos os que foram condenados sejam declarados inocentes até prova em contrário (se as provas forem destruídas…). Com jeitinho, ainda é capaz de se arranjar motivos para estas “vítimas de um erro judicial” serem indemnizadas pelo Estado português (ou seja, pelos contribuintes).

Por outro lado, os elementos da PSP, DIAP de Lisboa e Ministério Público que estiveram envolvidos neste caso, deviam receber uma repreensão por escrito. Quem é que os mandou andar a investigar e a colecionar as provas que suportaram a acusação? Não tinham mais nada que fazer?

Finalmente, o coletivo de juízes da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa que julgou este caso em 1ª instância, e particularmente o juiz Renato Barroso que presidiu ao mesmo, deveriam ser reformados compulsivamente. Não é que tiveram a distinta lata de condenar estes cidadãos exemplares a penas de prisão efetiva? Então isso faz-se?


in Reflexão Portista

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Faltou o orelhas.

Tribunal condenou 13 dos arguidos do processo No Name Boys

"Treze dos 38 arguidos do processo dos No Name Boys foram hoje condenados a penas de prisão efectiva, a maior das quais de 12 anos. Dezasseis outros foram sentenciados pelo colectivo de juízes da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa com penas suspensas. O tribunal absolveu apenas oito dos acusados.
Nenhum dos arguidos do processo do núcleo duro dos No Name Boys, claque não legalizada do Benfica, foi condenado pelo crime de associação criminosa.

De entre os condenados a penas efectivas estão António Claro (12 anos), Hugo Caturna (oito anos e seis meses) e José Pedro Pité Ferreira (sete anos).

Os 37 arguidos do julgamento, que começou a 2 de Março e tem 16 processos conexos, estavam indiciados da prática dos crimes de associação criminosa, tráfico de droga, posse de armas brancas e de guerra e outros ilícitos.

Este processo foi investigado pela 3.ª Esquadra de Investigação Criminal da Polícia de Segurança Pública (PSP) a partir de 2008.

No final desse ano, mais de 30 pessoas foram detidas no âmbito da “Operação Fair Play”, na qual a PSP apreendeu armas brancas e de guerra, material pirotécnico e produtos estupefacientes a elementos da claque, que se autodenominavam
“Braço Armado do Benfica”.

O relatório da PSP foi concluído a 14 de abril de 2009, com um total de 53 indiciados, número reduzido para 38 no despacho de acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa. "

"Um forte dispositivo policial acompanhou a leitura da sentença do auto-intitulado e ilegal «braço-armado do Benfica». No exterior do Campus de Justiça do Parque das Nações, em Lisboa, familiares e amigos dos arguidos ameaçaram jornalistas e forças de segurança. Vários apoiantes foram identificados e detidos pela PSP, num ambiente de alta tensão. À saída, os arguidos saíram escoltados, à vez, e de cara tapada, proferindo insultos."

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Justiça da UEFA vs Justiça do "costa da liga"

"A Comissão Disciplinar da UEFA multou o Benfica em 70 mil euros pelo uso de tochas e lançamento de petardos durante o jogo com o Liverpool, da primeira mão dos quartos-de-final da Liga Europa.

A partida ficou marcada pelo rebentamento de dois petardos junto ao relvado, motivo que chegou a levar à interrupção do encontro. O Benfica venceu por 2-1 na Luz, tendo sido eliminado depois de perder em Liverpool (1-4).

Quando o diabo entrou em campo e mandou um cachaço no fiscal de linha pagaram 2.500€.

Agora por atirarem petardos pagam 70.000€.

Já no Apito Dourado se tinha percebido que a justiça da UEFA é ligeiramente diferente da justiça "à la costa da liga" que rendeu o último campeonato..."

enviado por email pelo nosso leitor Santos

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Justiça

“O Conselho de Justiça deliberou sobre os recursos apresentados pelos dois clubes da decisão do Conselho de Disciplina, em relação aos incidentes verificados na Academia, e decidiu absolver o Sporting da «infracção disciplinar imputada». Ou seja, não é atribuída uma derrota aos leões, o que faz com que o Sporting seja campeão de júniores, após a homologação de resultados pela FPF”

Se fosse o CD da Liga a decidir ...

terça-feira, 2 de junho de 2009

Continuadamente em fuga

" Luís Filipe Vieira não compareceu esta 3.ª feira no 1.ª sessão do julgamento na 13.ª Vara do Tribunal Cível de Lisboa, alegando "motivos imprevistos e inadiáveis", para justificar a ausência na inquirição na qualidade de réu do processo movido pela empresa Britalar, que reclama 1,6 milhões de euros por alegadas obras adicionais não contratualizadas na construção do Centro de Estágio. O presidente do Benfica será inquirido a 18 de Junho.
A par de Vieira, quatro testemunhas arroladas pela Britalar, empresa de António Salvador, presidente do Sporting de Braga, serão interrogadas na próxima sessão de julgamento, porque as inquirições de hoje foram adiadas devido às condições inaudíveis na ligação videoconferência com o Tribunal de Braga.
O processo terá ainda uma audiência a 26 de Junho - serão ouvidas dois elementos indicados pelo Benfica, entre as quais o antigo vice-presidente do património Mário Dias, e um da Britalar - e outra a 2 de julho, com a audição das restantes duas testemunhas do clube e a previsão de alegações finais."



Acerca deste centro de estágio haverá ainda muito mais para averiguar, conforme temos tido oportunidade de referir ...