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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Braço armado da luz destroi café e põem-se em fuga

Cerca de 30 alegados membros da claque benfiquista "No Name Boys" espalharam o terror, ao início da madrugada de ontem, na Rua dos Lusíadas, junto à Universidade do Minho, em Braga. Envergando bonés e com lenços da claque a tapar a boca, o grupo atacou cerca de duas dezenas de pessoas que estavam no café Contra Onda.
Diogo Cunha, dono do café vizinho onde tudo se sucedeu, foi o primeiro a avistar a claque. "Tinha acabado de fechar o meu café e estava na varanda a conversar com amigos quando vejo mais de dez carros a passar com rapazes a fazer gestos obscenos e a chamar nomes. Estacionaram mais à frente e, de repente, começam a correr em direção ao estabelecimento do meu colega que ainda estava aberto", conta.
in jn

Podem encontrar outros 'feitos' do braço armado da luz, aqui.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A propósito de

uma pseudo-polémica que anda a ser levantada por alguns blogues a sofrer de azia aguda.






Agradecemos ao Off uma vez mais

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O apoio do 'braço armado' da luz

«Cerca de meia centena de adeptos benfiquistas interromperam, este sábado, o treino da formação “encarnada”, que decorria à porta fechada no Centro de Estágio do Seixal, não tendo sido registado nenhum problema de maior.
Os adeptos, alegadamente pertencentes à claque não oficial No Name Boys, entraram pelo centro de estágio e chegaram mesmo a conversar com o técnico Jorge Jesus e com alguns dos jogadores.»


Certamente quiseram festejar a vitória da Taça da Independência de Angola.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Faltou o orelhas.

Tribunal condenou 13 dos arguidos do processo No Name Boys

"Treze dos 38 arguidos do processo dos No Name Boys foram hoje condenados a penas de prisão efectiva, a maior das quais de 12 anos. Dezasseis outros foram sentenciados pelo colectivo de juízes da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa com penas suspensas. O tribunal absolveu apenas oito dos acusados.
Nenhum dos arguidos do processo do núcleo duro dos No Name Boys, claque não legalizada do Benfica, foi condenado pelo crime de associação criminosa.

De entre os condenados a penas efectivas estão António Claro (12 anos), Hugo Caturna (oito anos e seis meses) e José Pedro Pité Ferreira (sete anos).

Os 37 arguidos do julgamento, que começou a 2 de Março e tem 16 processos conexos, estavam indiciados da prática dos crimes de associação criminosa, tráfico de droga, posse de armas brancas e de guerra e outros ilícitos.

Este processo foi investigado pela 3.ª Esquadra de Investigação Criminal da Polícia de Segurança Pública (PSP) a partir de 2008.

No final desse ano, mais de 30 pessoas foram detidas no âmbito da “Operação Fair Play”, na qual a PSP apreendeu armas brancas e de guerra, material pirotécnico e produtos estupefacientes a elementos da claque, que se autodenominavam
“Braço Armado do Benfica”.

O relatório da PSP foi concluído a 14 de abril de 2009, com um total de 53 indiciados, número reduzido para 38 no despacho de acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa. "

"Um forte dispositivo policial acompanhou a leitura da sentença do auto-intitulado e ilegal «braço-armado do Benfica». No exterior do Campus de Justiça do Parque das Nações, em Lisboa, familiares e amigos dos arguidos ameaçaram jornalistas e forças de segurança. Vários apoiantes foram identificados e detidos pela PSP, num ambiente de alta tensão. À saída, os arguidos saíram escoltados, à vez, e de cara tapada, proferindo insultos."

quarta-feira, 3 de março de 2010

O braço armado (cont.)

"A Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento do DIAP de Lisboa, refere na acusação que o Benfica cedia um espaço para reunião da claque e ainda disponibilizava bilhetes a preços reduzidos. Todavia, a 26 de Outubro de 2009, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional arquivou o inquérito que averiguava o eventual "apoio ilícito do Benfica a grupos organizados de adeptos".

A Liga sempre zelosa em proteger a agremiação corrupta.

terça-feira, 2 de março de 2010

Início do Julgamento do Braço Armado

No Name Boys: Julgamento da claque da Agremiação Corrupta inicia-se hoje

Os No Name Boys começam hoje a ser julgados por associação criminosa, tráfico de droga, posse de armas e ofensa à integridade física, entre outros crimes.

O julgamento na 5.ª Vara Criminal de Lisboa, no Campus da Justiça, reúne um total de 38 arguidos, dos quais três se encontram em prisão preventiva e outros quatro em prisão domiciliária.

De acordo com o despacho de acusação a que a agência Lusa teve acesso, de 18 de maio de 2009, os acusados praticaram crimes «minuciosamente planeados e executados com superioridade numérica e mediante a utilização de meios especialmente perigosos», em nome dos No Name Boys, que se autodenominavam «Braço Armado do Benfica»

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Agremiação corrupta é sinónimo de violência

"
Julgamento dos No Name Boys começa terça-feira
TRINTA E OITO PESSOAS NO BANCO DOS RÉUS

O julgamento de elementos do núcleo duro da claque não legalizada do Benfica No Name Boys inicia-se na próxima terça-feira, na 5.ª Vara Criminal de Lisboa, com 38 arguidos, dos quais três se encontram em prisão preventiva.

Num julgamento com 16 processos conexos, os arguidos estão indiciados de associação criminosa, tráfico de estupefacientes, posse de armas, incêndio, venda ilegal de ingressos para eventos desportivos, dano com violência, roubo qualificado, ofensa à integridade física e arremesso de objetos.

De acordo com o despacho de acusação a que a agência Lusa teve acesso, de 18 de maio de 2009, os acusados praticaram crimes "minuciosamente planeados e executados com superioridade numérica e mediante a utilização de meios especialmente perigosos", em nome dos No Name Boys, que se auto-denominavam "Braço Armado do Benfica".

O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa considerou que os No Name Boys agiam "motivados por ódio e intuitos de destruição, sem motivação relevante, contra elementos das claques" do Sporting e do FC Porto. Alguns dos arguidos são acusados de ações violentas contra elementos afetos à claque do Sporting Juve Leo, tendo um sofrido "socos, pontapés e facadas" e ainda foi queimado "com uma tocha".

Nas buscas realizadas a residências de elementos do núcleo duro dos No Name Boys, as autoridades encontraram uma lista de "namoradas, cônjuges e restantes familiares" dos elementos daquela claque do Sporting, "alargando o leque de potenciais alvos e formas de pressão". "Estas ações, extremamente metódicas e cirúrgicas, revelam personalidades mal formadas, com elevada ausência de responsabilização, desconformes às regras desportivas e à convivência democrática", lê-se no despacho, que sublinha o "ódio patológico e irracional contra os adeptos dos clubes rivais".

A violência era exercida igualmente contra "agentes da Polícia que sabiam em serviço" e "terceiros que circulavam na via pública e que eram abordados, agredidos e roubados de forma indiscriminada". "Os arguidos agiam sempre livre e conscientemente, sabendo que as suas condutas eram proibidas e punidas por lei", refere-se no despacho, que menciona o episódio em que os No Name Boys incendiaram o autocarro em que viajou a claque Super Dragões, de apoio ao FC Porto.

O incidente ocorreu a 21 de junho de 2008 e o autocarro que transportou os Super Dragões para o jogo de hóquei em patins entre Benfica e FC Porto foi consumido pelo fogo, nas imediações do Estádio da Luz. "Ao colocarem tochas no interior do veículo, sabiam que originavam um incêndio relevante e que ao impedirem a abertura das portas da viatura em chamas - com um ocupante no seu interior - lhe causavam perigo para a vida", refere-se no documento.

Uma viatura da Polícia acorreu ao local e os agentes foram "ameaçados por cerca de 100 elementos afetos aos No Name Boys, que arremessaram garrafas" contra o automóvel e remeteram em direção do carro "um very light, com a clara intenção de os atingir".

Os atos de violência do núcleo duro dos No Name Boys foram investigados pela 3.ª Esquadra de Investigação Criminal da PSP a partir de 2008. No final desse ano, mais de 30 pessoas foram detidas no âmbito da "Operação Fair Play", que permitiu a apreensão de armas brancas e de guerra, material pirotécnico e droga. O relatório da Polícia foi concluído a 14 de abril de 2009, com um total de 53 indiciados, número que foi reduzido para 38 no despacho de acusação do DIAP."

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

No Name Boys contestam legalidade de escutas

No Name Boys contestam legalidade de escutas
A defesa de quatro arguidos dos No Name Boys num caso que envolve a suspeita da prática de vários crimes - entre eles associação criminosa, posse e tráfico de armas de fogo, tráfico de estupefacientes, roubo, incêndio - por parte dos elementos da claque encarnada contestou ontem a legalidade das escutas que serviram de prova para a sua situação. No documento enviado ao tribunal, a defesa dos quatro arguidos considera que há "bizarras" transcrições que estão "feridas a priori de enfermidade" legal, segundo noticiou ontem a Agência Lusa, requerendo a nulidade da prova, argumentando que os telemóveis sob escuta foram usados ilegalmente como gravadores de conversas. No documento pode ler-se ainda que não se verificou uma "efectiva intercepção ou gravação de uma conversação ou comunicação telefónica", mas uma "gravosa e dolosa 'intercepção e gravação através de um aparelho telefónico', sem legitimidade para tal".

curiosamente, ou talvez não, a comunicação social omite esta notícia.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

A liga encarnada

"Em 16 de Maio, a comunicação social noticiou que elementos da claque No Name Boys tinham sido acusados de vários crimes e que Luís Filipe Vieira fora alvo de uma participação à Comissão Disciplinar da Liga por apoiar aquele grupo de adeptos.Vieira veio a público negar qualquer apoio e garantir que nem sequer reconhecia os No Name Boys, mas um relatório da PSP é demolidor para o presidente do Benfica.Como se não bastasse, depois disso houve ainda o célebre episódio dos bilhetes para o Sporting x Benfica em juniores (o tal do campeonato ganho à pedrada), em que os bilhetes entregues aos encarnados foram misteriosamente parar às mãos de elementos da claque que não é reconhecida...Perante todos estes factos, e quase quatro meses depois da participação que foi feita à CD da Liga, resta perguntar o seguinte: para quando uma decisão do Dr. Ricardo Costa sobre este assunto?Será que o SLB e o "senhor transparência" irão continuar acima da lei e, neste caso, dos regulamentos disciplinares da LPFP? "

A excelência do artigo elaborado por José Correia no Reflexão Portista, justifica a sua inclusão integral e pode (e merece) ser visto aqui.