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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Porque os adeptos do clube da Luz se identificam tanto com Platini

Uma investigação da revista France Football dá conta do envolvimento do presidente da UEFA, Michel Platini num escândalo de corrupção que conduziu à atribuição do Mundial de 2022 ao Catar.

Faz assim mais sentido toda a adoração que os adeptos da agremiação corrupta nutrem pelo francês desde o verão de 2008.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Platini: “FC Porto não é batoteiro”

Nem de propósito, um dia após a comemoração do dia mundial contra a corrupção, o presidente da UEFA vem dar mostras de que estão atentos à realidade e interessados em apurar a verdade dos factos.
Tal como o dia de ontem, hoje também é um dia negro para a agremiação, para o orelhas e para a pinhão.

O presidente da UEFA, Michel Platini, diz que agora sabe que o FC Porto “não é batoteiro”, encerrando em definitivo o caso que quase excluiu os tetracampeões nacionais da edição 2008/2009 da Liga dos Campeões.

Agora sabemos que o FC Porto não é batoteiro. O caso ficou encerrado com os novos regulamentos da UEFA [de acesso às competições europeias]. Tudo o que sucedeu até 2007 está encerrado e não prosseguimos as investigações”, frisou o dirigente em entrevista à Agência Lusa.

Na altura deste caso, depois de o FC Porto ter sido condenado na justiça desportiva portuguesa por duas tentativas de corrupção, Michel Platini manifestou-se partidário da exclusão do clube português da Liga dos Campeões, afirmando que a competição deveria ser vedada aos clubes “batoteiros”. Dois anos volvidos e com o caso definitivamente encerrado, Platini limita-se a dizer que a UEFA tem agora regulamentos que combatem a corrupção. “Parámos as investigações e não sabemos mais. O caso foi encerrado. Temos regulamentos agora que combatem os batoteiros. Agora tenho a certeza que não é batoteiro”.

Sobre o recente escândalo das apostas desportivas, o presidente da UEFA assume a preocupação e pede ajuda dos estados europeus. “Estamos a investigar três jogos das qualificações para a Liga dos Campeões e quatro das qualificações para a Liga Europa e vamos punir os prevaricadores. Estamos a lutar contra isso, mas não é fácil. Somos organizadores de provas, não somos polícias. Precisamos da ajuda dos governos nesta luta e puniremos totalmente todos os envolvidos”.