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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Agremiação corrupta é sinónimo de violência

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Julgamento dos No Name Boys começa terça-feira
TRINTA E OITO PESSOAS NO BANCO DOS RÉUS

O julgamento de elementos do núcleo duro da claque não legalizada do Benfica No Name Boys inicia-se na próxima terça-feira, na 5.ª Vara Criminal de Lisboa, com 38 arguidos, dos quais três se encontram em prisão preventiva.

Num julgamento com 16 processos conexos, os arguidos estão indiciados de associação criminosa, tráfico de estupefacientes, posse de armas, incêndio, venda ilegal de ingressos para eventos desportivos, dano com violência, roubo qualificado, ofensa à integridade física e arremesso de objetos.

De acordo com o despacho de acusação a que a agência Lusa teve acesso, de 18 de maio de 2009, os acusados praticaram crimes "minuciosamente planeados e executados com superioridade numérica e mediante a utilização de meios especialmente perigosos", em nome dos No Name Boys, que se auto-denominavam "Braço Armado do Benfica".

O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa considerou que os No Name Boys agiam "motivados por ódio e intuitos de destruição, sem motivação relevante, contra elementos das claques" do Sporting e do FC Porto. Alguns dos arguidos são acusados de ações violentas contra elementos afetos à claque do Sporting Juve Leo, tendo um sofrido "socos, pontapés e facadas" e ainda foi queimado "com uma tocha".

Nas buscas realizadas a residências de elementos do núcleo duro dos No Name Boys, as autoridades encontraram uma lista de "namoradas, cônjuges e restantes familiares" dos elementos daquela claque do Sporting, "alargando o leque de potenciais alvos e formas de pressão". "Estas ações, extremamente metódicas e cirúrgicas, revelam personalidades mal formadas, com elevada ausência de responsabilização, desconformes às regras desportivas e à convivência democrática", lê-se no despacho, que sublinha o "ódio patológico e irracional contra os adeptos dos clubes rivais".

A violência era exercida igualmente contra "agentes da Polícia que sabiam em serviço" e "terceiros que circulavam na via pública e que eram abordados, agredidos e roubados de forma indiscriminada". "Os arguidos agiam sempre livre e conscientemente, sabendo que as suas condutas eram proibidas e punidas por lei", refere-se no despacho, que menciona o episódio em que os No Name Boys incendiaram o autocarro em que viajou a claque Super Dragões, de apoio ao FC Porto.

O incidente ocorreu a 21 de junho de 2008 e o autocarro que transportou os Super Dragões para o jogo de hóquei em patins entre Benfica e FC Porto foi consumido pelo fogo, nas imediações do Estádio da Luz. "Ao colocarem tochas no interior do veículo, sabiam que originavam um incêndio relevante e que ao impedirem a abertura das portas da viatura em chamas - com um ocupante no seu interior - lhe causavam perigo para a vida", refere-se no documento.

Uma viatura da Polícia acorreu ao local e os agentes foram "ameaçados por cerca de 100 elementos afetos aos No Name Boys, que arremessaram garrafas" contra o automóvel e remeteram em direção do carro "um very light, com a clara intenção de os atingir".

Os atos de violência do núcleo duro dos No Name Boys foram investigados pela 3.ª Esquadra de Investigação Criminal da PSP a partir de 2008. No final desse ano, mais de 30 pessoas foram detidas no âmbito da "Operação Fair Play", que permitiu a apreensão de armas brancas e de guerra, material pirotécnico e droga. O relatório da Polícia foi concluído a 14 de abril de 2009, com um total de 53 indiciados, número que foi reduzido para 38 no despacho de acusação do DIAP."

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Uma proximidade perigosa

Ao percorrermos a lista de apoios ao candidato orelhas, verificamos a presença de 10 elementos de alguma forma ligados à Polícia Judiciária.
Face às inúmeras situações pouco claras em que esta agremiação aparece envolvida, consideramos ser muito pouco prudente a aproximação de elementos da Polícia Judiciária a esta candidatura.
E recordamos aqui um exemplo de como essa aproximação se pode tornar perigosa.
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No dia em que incendiaram um autocarro dos adeptos do FC Porto, a 21 de Junho do ano passado, os No Name Boys tiveram uma ajuda preciosa para a violência que se seguiu. Foi um elemento dos Spoters, os agentes da PSP que têm precisamente por missão escoltar e proteger as claques visitantes, a dar os Super Dragões à morte. Hugo Caturna, perigoso membro dos No Name a ser alvo de escuta telefónica, acalma os amigos: um polícia já o informou de que iam “largar” os rivais.

E a noite acabou com pontapés e garrafas partidas na cabeça das vítimas.
O crime teve lugar em plena área de serviço à saída da ponte Vasco da Gama, depois de um jogo de hóquei em Lisboa – e os agressores dos No Name Boys, para conseguirem emboscar e espancar os rivais, terão tido informação da própria polícia.
Caturna diz ao telefone, lê-se na Acusação do Ministério Público a que o CM teve acesso, que “um dos que o deteve [polícia] lhe disse que os iam ‘largar’ [S. Dragões] e que, por isso, iam andar por aí à deriva – referindo-se a informações de um Spoter [da PSP] que teria ligações com os arguidos [No Name Boys] e lhe teria fornecido informações sobre aspectos de acompanhamento de adeptos”.
BENFICA DESMENTE A PRÓPRIA PSP E AMEAÇA COM PROCESSO
Depois de o CM ter citado ontem um relatório final da Polícia de Segurança Pública sobre a investigação aos No Name Boys – em que é a própria polícia a concluir que Luís Filipe Vieira apoia a claque; que despediu o chefe de segurança do clube por este colaborar com a polícia e que pediu ao comandante da PSP para “aliviar” a presença policial junto dos No Name Boys –, o Benfica anunciou em comunicado que vai processar o nosso jornal.
O polícia que deu informações aos No Name Boys sobre os rivais nunca foi identificado."

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Estão a tentar ilibar o braço armado da agremiação corrupta

«O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, vai ser chamado para ser ouvido como testemunha no âmbito do processo que levou hoje à detenção de 30 elementos dos 'No Name Boys'. O Ministério Público quer esclarecer como é que uma claque que não estava legal tinha direito a uma sede no estádio do clube, avançou ao Expresso fonte policial. O espaço é conhecido como "A Casinha".
A operação da PSP teve início na madrugada de hoje e visou membros dos 'No Name Boys' que têm vindo a agredir adeptos de claques rivais e também elementos das forças policiais. (…) Trinta elementos do grupo foram detidos, incluindo os dois supostos líderes: Miguel Claro e José Pité. Os detidos estão indiciados por ofensas corporaisassociação criminosatráfico de droga e danos e incêndio a um autocarro que transportava adeptos do FC Porto para um jogo de hóquei em patins, em Junho deste ano.
A operação, efectuada no âmbito de uma investigação a cargo do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, resultou ainda na apreensão de haxixe, cocaína, heroína, ecstasy. Foram também confiscados bastões, soqueiras e tochas incendiárias
in EXPRESSO, 16/11/2008


«O mais conhecido grupo de apoiantes do Benfica foi alvo de uma aparatosa acção policial há cerca de meio ano, através da operação Fair Play, desencadeada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa com a colaboração da Polícia de Segurança Pública. Das mais de três dezenas de detidos, três ficaram presos preventivamente, quatro em prisão domiciliária e pelo menos dois proibidos de frequentar recintos desportivos.
A acção policial saldou-se ainda na apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e mais de dez quilos de haxixe e 115 gramas de cocaína. (…) Foram ainda recolhidos indícios da venda e revenda de armas de fogo, nomeadamente de TASER (armas que atingem as vítimas com choques eléctricos), que teriam uma potência superior às usadas pelas forças de segurança.
A investigação abrangeu várias situações relacionadas com actos de violência de que foram vítimas adeptos do FC Porto e do Sporting. E ainda confrontos com forças de segurança e apreensões de droga. O inquérito acabou por agrupar factos ilícitos que estavam dispersos por outros processos. Nos casos da suspeita de tráfico de droga e de armas, as autoridades realizaram escutas telefónicas.
Através das escutas, recorde-se, a PSP pôde reunir elementos que a ajudaram a identificar a autoria moral e material do incêndio ateado ao autocarro que transportou a claque dos Superdragões, que se deslocou a Lisboa, em 21 de Julho de 2008, para apoiar a equipa de hóquei em patins do FC Porto que jogava contra o Benfica. Na origem deste acto esteve, segundo a acusação, o ódio contra o FC Porto, realçando a premeditação do acto, uma vez que o autocarro tinha sido antes seguido por uma viatura ligada aos No Name Boys. (...)»
in PUBLICO, 16/05/2009


Os textos anteriores são extratos de duas das muitas notícias que a comunicação social divulgou sobre este caso e que, por si só, ilustram a enorme gravidade dos atos praticados. Deste modo, na sequência da investigação desencadeada pelo DIAP de Lisboa, com a colaboração da 3.ª Esquadra de Investigação Criminal da Polícia de Segurança Pública, o Ministério Público decidiu levar a julgamento 37 arguidos. Na acusação é dito que estes indivíduos praticaram crimes “minuciosamente planeados e executados com superioridade numérica e mediante a utilização de meios especialmente perigosos”, destacando que agiam “motivados por ódio e intuitos de destruição, sem motivação relevante, contra elementos de outras claques”.

Perante o conjunto de factos gravíssimos que faziam parte da acusação contra os elementos dos No Name Boys e o manancial imenso de provas materiais incontestáveis que a suportavam, o coletivo de juízes da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa não fechou os olhos, não se acobardou e decidiu fazer aquilo que cada vez é mais raro em Portugal: Justiça!
Deste modo, em 28 de Maio de 2010, o juiz Renato Barroso leu uma sentença que honra a Justiça portuguesa e na qual foram condenados 29 dos 37 arguidos do processo, com 13 elementos da claque benfiquista a serem sujeitos a penas de prisão efetiva e 16 sentenciados com penas suspensas.
Sim, é verdade que apenas 13 dos 37 arguidos foram condenados a penas de prisão efetiva, mas os juízes, mesmo os bons, têm de julgar de acordo com as leis existentes e todos sabemos que as leis penais portuguesas são brandas, feitas a pensar na “recuperação e reinserção dos criminosos na sociedade”.

Contudo, no passado fim-de-semana a comunicação social noticiou uma reviravolta neste caso: na sequência de recursos das defesas, o Tribunal da Relação de Lisboa mandou repetir (!) o julgamento. Assim, já no próximo mês, sete elementos dos No Name Boys, entre os quais José Pité Ferreira, Hugo Caturna e António Claro, considerados os líderes desta claque benfiquista e que foram condenados a 12, 8 e 7 anos de prisão, vão voltar a tribunal.

Que os próprios não tenham noção da gravidade dos atos que cometeram e que os seus advogados os tentem safar eu até entendo, agora que um Tribunal superior tenha mandado repetir o julgamento é que me parece sintomático daquilo que, na prática, é a (in)Justiça portuguesa.

Se o objetivo é atenuar as penas destes indivíduos e, quiçá, evitar que eles cumpram penas de prisão efetiva (talvez a coisa se resolva com uma pulseira eletrónica…) para quê gastar dinheiro dos contribuintes e perder mais tempo com um novo julgamento?
A minha sugestão é que todas as provas recolhidas sejam eliminadas (não deve ser difícil arranjar uns erros processuais…) e que todos os que foram condenados sejam declarados inocentes até prova em contrário (se as provas forem destruídas…). Com jeitinho, ainda é capaz de se arranjar motivos para estas “vítimas de um erro judicial” serem indemnizadas pelo Estado português (ou seja, pelos contribuintes).

Por outro lado, os elementos da PSP, DIAP de Lisboa e Ministério Público que estiveram envolvidos neste caso, deviam receber uma repreensão por escrito. Quem é que os mandou andar a investigar e a colecionar as provas que suportaram a acusação? Não tinham mais nada que fazer?

Finalmente, o coletivo de juízes da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa que julgou este caso em 1ª instância, e particularmente o juiz Renato Barroso que presidiu ao mesmo, deveriam ser reformados compulsivamente. Não é que tiveram a distinta lata de condenar estes cidadãos exemplares a penas de prisão efetiva? Então isso faz-se?


in Reflexão Portista

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A enorme desfaçatez de Eugénio Queiroz

O jornalista do Record Eugénio Queiroz uma vez mais se deixou rebaixar como mero avençado da agremiação corrupta e decidiu prestar-lhe mais um serviço de intoxicação do público prestando-se a produzir uma crónica repleta de inverdades. Muito bem esteve o blogger José Correia que elaborou o artigo que citamos (parcialmente) do Blogue 'Reflexão Portista':

«Dos clubes que conheço, o Benfica é o único que não passa cartão às suas claques. Faz muito bem. Não precisa delas para nada. Nos outros, é o que se sabe: as claques são tratadas com carinho e respeito.»


Como? O slb não passa cartão às suas claques?!!!
É inacreditável como é que um jornalista português, supostamente sério, que acompanha há décadas o fenómeno desportivo em Portugal, pode escrever uma coisa destas.

«O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, vai ser chamado para ser ouvido como testemunha no âmbito do processo que levou hoje à detenção de 30 elementos dos 'No Name Boys'. O Ministério Público quer esclarecer como é que uma claque que não estava legal tinha direito a uma sede no estádio do clube, avançou ao Expresso fonte policial. O espaço é conhecido como "A Casinha".
(…) Trinta elementos do grupo foram detidos, incluindo os dois supostos líderes: Miguel Claro e José Pité. Os detidos estão indiciados por ofensas corporais, associação criminosa, tráfico de droga e danos e incêndio a um autocarro que transportava adeptos do FC Porto para um jogo de hóquei em patins, em Junho deste ano.»
in EXPRESSO, 16/11/2008

«Cerca de quatro dezenas de elementos da claque do Benfica No Name Boys foram acusados de vários crimes e o presidente do clube, Luís Filipe Vieira, foi alvo de uma participação à Comissão Disciplinar da Liga de clubes por apoiar aquele grupo de adeptos. A certidão foi também remetida para o Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto, entidade junto de quem a claque se deveria ter legalizado, identificando todos os seus membros. O mais conhecido grupo de apoiantes do Benfica foi alvo de uma aparatosa acção policial há cerca de meio ano, através da operação Fair Play, desencadeada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa com a colaboração da Polícia de Segurança Pública. (...)
A acção policial saldou-se ainda na apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e mais de dez quilos de haxixe e 115 gramas de cocaína. O libelo sustenta que a claque era financiada através da venda de ingressos para os desafios e de substâncias estupefacientes, nomeadamente haxixe e cocaína.»
in PUBLICO, 16/05/2009

«Luís Filipe Vieira garantiu ao Ministério Público nem sequer reconhecer os No Name Boys, acusando a polícia e a segurança privada por mau controlo de armas e material incendiário nos estádios – mas a PSP, num relatório a que o CM teve acesso, arrasa o presidente do Benfica. Pode ler-se que Vieira reúne com a claque para lhes dar todo o apoio, deixando entrar as tochas nas bancadas da Luz; despede o chefe de segurança do clube por ajudar a PSP a identificar os criminosos – e almoça com o comandante da polícia para lhe pedir que "facilite" na presença policial junto dos No Name Boys. Muitos deles entretanto presos por droga, armas, roubos, incêndios e espancamentos a adeptos rivais.»
in Correio da Manhã, 18/05/2009

No futebol português parece valer tudo mas, pelo menos da parte dos jornalistas desportivos, deveria haver um mínimo de ética e deontologia profissional.

Não deixem de ler o texto integral, aqui.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Faltou o orelhas.

Tribunal condenou 13 dos arguidos do processo No Name Boys

"Treze dos 38 arguidos do processo dos No Name Boys foram hoje condenados a penas de prisão efectiva, a maior das quais de 12 anos. Dezasseis outros foram sentenciados pelo colectivo de juízes da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa com penas suspensas. O tribunal absolveu apenas oito dos acusados.
Nenhum dos arguidos do processo do núcleo duro dos No Name Boys, claque não legalizada do Benfica, foi condenado pelo crime de associação criminosa.

De entre os condenados a penas efectivas estão António Claro (12 anos), Hugo Caturna (oito anos e seis meses) e José Pedro Pité Ferreira (sete anos).

Os 37 arguidos do julgamento, que começou a 2 de Março e tem 16 processos conexos, estavam indiciados da prática dos crimes de associação criminosa, tráfico de droga, posse de armas brancas e de guerra e outros ilícitos.

Este processo foi investigado pela 3.ª Esquadra de Investigação Criminal da Polícia de Segurança Pública (PSP) a partir de 2008.

No final desse ano, mais de 30 pessoas foram detidas no âmbito da “Operação Fair Play”, na qual a PSP apreendeu armas brancas e de guerra, material pirotécnico e produtos estupefacientes a elementos da claque, que se autodenominavam
“Braço Armado do Benfica”.

O relatório da PSP foi concluído a 14 de abril de 2009, com um total de 53 indiciados, número reduzido para 38 no despacho de acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa. "

"Um forte dispositivo policial acompanhou a leitura da sentença do auto-intitulado e ilegal «braço-armado do Benfica». No exterior do Campus de Justiça do Parque das Nações, em Lisboa, familiares e amigos dos arguidos ameaçaram jornalistas e forças de segurança. Vários apoiantes foram identificados e detidos pela PSP, num ambiente de alta tensão. À saída, os arguidos saíram escoltados, à vez, e de cara tapada, proferindo insultos."

terça-feira, 2 de março de 2010

Início do Julgamento do Braço Armado

No Name Boys: Julgamento da claque da Agremiação Corrupta inicia-se hoje

Os No Name Boys começam hoje a ser julgados por associação criminosa, tráfico de droga, posse de armas e ofensa à integridade física, entre outros crimes.

O julgamento na 5.ª Vara Criminal de Lisboa, no Campus da Justiça, reúne um total de 38 arguidos, dos quais três se encontram em prisão preventiva e outros quatro em prisão domiciliária.

De acordo com o despacho de acusação a que a agência Lusa teve acesso, de 18 de maio de 2009, os acusados praticaram crimes «minuciosamente planeados e executados com superioridade numérica e mediante a utilização de meios especialmente perigosos», em nome dos No Name Boys, que se autodenominavam «Braço Armado do Benfica»

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O braço armado ?!

"De acordo com o despacho de acusação a que a agência Lusa teve acesso, de 18 de maio de 2009, os acusados praticaram crimes "minuciosamente planeados e executados com superioridade numérica e mediante a utilização de meios especialmente perigosos", em nome dos No Name Boys, que se auto-denominavam "Braço Armado do Benfica".(...)"

Desde quando é que um clube de futebol ou alguém de bem precisa de um braço armado ?

Pelos vistos a agremiação corrupta precisa e não reúne nenhum dos predicados anteriores.


Ora vejamos:
«Luís Filipe Vieira garantiu ao Ministério Público nem sequer reconhecer os No Name Boys, acusando a polícia e a segurança privada por mau controlo de armas e material incendiário nos estádios – mas a PSP, num relatório a que o CM teve acesso, arrasa o presidente do Benfica. Pode ler-se que Vieira reúne com a claque para lhes dar todo o apoio, deixando entrar as tochas nas bancadas da Luz; despede o chefe de segurança do clube por ajudar a PSP a identificar os criminosos – e almoça com o comandante da polícia para lhe pedir que "facilite" na presença policial junto dos No Name Boys. Muitos deles entretanto presos por droga, armas, roubos, incêndios e espancamentos a adeptos rivais.»
in Correio da Manhã, 18/05/2009

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

No Name Boys contestam legalidade de escutas

No Name Boys contestam legalidade de escutas
A defesa de quatro arguidos dos No Name Boys num caso que envolve a suspeita da prática de vários crimes - entre eles associação criminosa, posse e tráfico de armas de fogo, tráfico de estupefacientes, roubo, incêndio - por parte dos elementos da claque encarnada contestou ontem a legalidade das escutas que serviram de prova para a sua situação. No documento enviado ao tribunal, a defesa dos quatro arguidos considera que há "bizarras" transcrições que estão "feridas a priori de enfermidade" legal, segundo noticiou ontem a Agência Lusa, requerendo a nulidade da prova, argumentando que os telemóveis sob escuta foram usados ilegalmente como gravadores de conversas. No documento pode ler-se ainda que não se verificou uma "efectiva intercepção ou gravação de uma conversação ou comunicação telefónica", mas uma "gravosa e dolosa 'intercepção e gravação através de um aparelho telefónico', sem legitimidade para tal".

curiosamente, ou talvez não, a comunicação social omite esta notícia.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Os protegidos do Orelhas

"Protegidos por Vieira

O presidente do Benfica garantiu ao Ministério Público nem sequer reconhecer os No Name Boys, acusando a polícia e a segurança privada pelo mau controlo de armas e material incendiário nos estádios. Só que a PSP, num relatório a que o Correio da Manhã teve acesso, arrasa Luís Filipe Vieira.

Pode ler-se que o líder reúne com a claque para lhes dar todo o apoio, deixando entrar as tochas nas bancadas da Luz, despediu o chefe de segurança do clube por ajudar a PSP a identificar os criminosos e almoça com o comandante da polícia para lhe pedir que facilite na presença policial junto dos No Name. Muitos deles entretanto presos por droga, armas, roubos, incêndios e espancamentos a adeptos rivais.

O Ministério Público (MP) acusou um total de 38 pessoas no inquérito relativo ao grupo de apoiantes do Benfica designado por "No Name Boys", precisou hoje a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) de Lisboa.

Aquela estrutura do MP adianta na sua página na internet que foram imputados "crimes de associação criminosa, tráfico de estupefacientes, detenção de arma proibida, distribuição irregular de títulos de ingresso, incêndio, dano com violência, roubo qualificado, ofensa à integridade física e arremesso de objectos".

Refere também que "três arguidos estão em prisão preventiva, quatro estão em prisão domiciliária e dois estão sujeitos, desde o primeiro interrogatório judicial, a interdição de entrada em recintos desportivos". Acrescenta que foi requerida a aplicação a mais sete arguidos da medida de interdição de entrada em estádios de futebol. O inquérito esteve a cargo do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa.

O caso tornou-se conhecido há cerca de seis meses, com a detenção de mais de 30 pessoas no âmbito da "Operação Fair Play", ação realizada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa, em colaboração com a PSP, que investigou situações relacionadas com atos de violência de que foram vítimas adeptos do FC Porto e Sporting.

A operação permitiu ainda, entre outras coisas, a apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e droga."

domingo, 17 de maio de 2009

A droga e a agremiação

"Cerca de quatro dezenas de elementos da claque do Benfica No Name Boys foram acusados de vários crimes e o presidente do clube, Luís Filipe Vieira, foi alvo de uma participação à Comissão Disciplinar da Liga de clubes por apoiar aquele grupo de adeptos. A certidão foi também remetida para o Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto, entidade junto de quem a claque se deveria ter legalizado, identificando todos os seus membros.

O mais conhecido grupo de apoiantes do Benfica foi alvo de uma aparatosa acção policial há cerca de meio ano, através da operação Fair Play, desencadeada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa com a colaboração da Polícia de Segurança Pública. Das mais de três dezenas de detidos, três ficaram presos preventivamente, quatro em prisão domiciliária e pelo menos dois proibidos de frequentar recintos desportivos.

A acção policial saldou-se ainda na apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e mais de dez quilos de haxixe e 115 gramas de cocaína. O libelo sustenta que a claque era financiada através da venda de ingressos para os desafios e de substâncias estupefacientes, nomeadamente haxixe e cocaína. Foram ainda recolhidos indícios da venda e revenda de armas de fogo, nomeadamente de TASER (armas que atingem as vítimas com choques eléctricos), que teriam uma potência superior às usadas pelas forças de segurança.

A investigação abrangeu várias situações relacionadas com actos de violência de que foram vítimas adeptos do FC Porto e do Sporting. E ainda confrontos com forças de segurança e apreensões de droga. O inquérito acabou por agrupar factos ilícitos que estavam dispersos por outros processos. Nos casos da suspeita de tráfico de droga e de armas, as autoridades realizaram escutas telefónicas.

Através das escutas, recorde-se, a PSP pôde reunir elementos que a ajudaram a identificar a autoria moral e material do incêndio ateado ao autocarro que transportou a claque dos Superdragões, que se deslocou a Lisboa, em 21 de Julho de 2008, para apoiar a equipa de hóquei em patins do FC Porto que jogava contra o Benfica. Na origem deste acto esteve, segundo a acusação, o ódio contra o FC Porto, realçando a premeditação do acto, uma vez que o autocarro tinha sido antes seguido por uma viatura ligada aos No Name Boys.

Cerca de cinco meses antes, elementos daquela claque benfiquista terão provocado danos no complexo desportivo do Sporting, Alvaláxia XXI. Destruíram cancelas, derrubaram um sinal de trânsito e pintaram as paredes da sede da Juve Leo com os seus símbolos. A acusação relata também a agressão de que foi alvo um jornalista de um diário desportivo, quando se encontrava em serviço junto ao complexo desportivo do Benfica, no Seixal. Depois de apedrejarem a viatura do jornalista, os elementos da No Name Boys retiraram do seu interior um taco de bilhar com o qual destruíram o vidros e provocaram diversas amolgadelas, lançando depois uma tocha incendiária que, frisa a acusação, só não consumiu a viatura porque caiu fora. Além dos danos materiais, o jornalista acabou por ficar ferido na sequência do incidente.

O facto de agirem sempre em superioridade numérica, munidos de tacos, facas e outros utensílios, é também assinalado noutras situações. Numa delas, a vítima foi um elemento da claque Juve Leo, do qual conheciam a sua morada, ligações familiares e outros elementos da sua vida pessoal, a partir de um ficheiro criado no seio da claque.

Uma das situações relatadas ocorreu na madrugada de 25 de Fevereiro do ano passado, na Amadora, onde esperaram um jovem junto à sua residência. Este, apercebendo-se da cilada, tentou fugir em direcção à esquadra da PSP, mas não o conseguiu. Acabou por ser alvo de várias agressões, que culminaram com diversas queimaduras no corpo provocadas pela utilização de tochas incendiárias. A vítima teve que ficar cerca de um mês em recuperação. Apesar de as agressões serem imputadas a um grupo numeroso, apenas três dos seu elementos acabaram por ser identificados pelas autoridades."

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Poderíamos esperar algo diferente da agremiação ?

Obviamente que não.
Isto é a agremiação corrupta.

Alguns elementos da claque No Name Boys apanhados a roubar e queimar adereços de Sporting e FC Porto na estátua do Pantera Negra.
O Benfica resolveu retirar os cachecóis de Sporting e FC Porto da estátua de Eusébio no Estádio da Luz por motivos de segurança.
Ao que o DN apurou junto de fonte encarnada, os funcionários da Prosegur apanharam vários elementos da claque No Name Boys a roubar e queimar adereços dos dois clubes rivais, que foram colocados na escultura, tendo mesmo um desses seguranças sido agredido.
Por essa razão, os responsáveis pelo clube ordenaram que esses cachecóis fossem guardados para ali serem recolocados quando a estrutura que vai proteger a estátua de Eusébio estiver pronta.
A notícia relativa à retirada daqueles adereços gerou indignação esta terça-feira nas redes sociais, após ter sido colocada a circular uma foto em que se vê um segurança a transportar cachecóis dos rivais.
Em comunicado publicado no site oficial, o Benfica explica que "verificaram-se durante a noite de hoje [esta terça-feira] tentativas de vandalização de alguns cachecóis e outros materiais depositados junto à estátua de Eusébio"

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Há que ter memória II


1 ) “ O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) acusou em tempos o ( ………………….) de ser um mau exemplo para a sociedade”, após alegadamente ter insultado um funcionário da Direcção de Finanças de Lisboa.
De acordo com Amândio Alves, o ( …………………….) “ofendeu e humilhou” o funcionário quando este, no Estádio da Luz, tentava notificar ( ………………….) como testemunha num processo fiscal, tendo sido necessária a “intervenção da PSP”.

“Isto é um mau exemplo para a sociedade e para o país. É inadmissível e não podemos pactuar com uma situação destas e ainda por cima de um ( ………………….) que devia ser um bom exemplo”, afirmou o presidente do STI.

Segundo Amândio Alves, caso ( ………………….) “não apresente um pedido de desculpa e explique o ocorrido”, o sindicato avança para uma queixa-crime. “Reservamo-nos o direito de apresentar uma queixa-crime. Vamos aguardar pela reacção da pessoa. Não queremos nada para nós, queremos é que exista uma explicação”, acrescentou.
2) “ ( ……………………….) tem no seu currículo uma passagem pelo Tribunal da Boa-Hora em Lisboa, onde foi julgado e condenado por roubo. Na altura e sem o protagonismo de hoje no mundo do futebol, o actual ( ………………….) movia-se no mundo obscuro do crime, tendo sido iniciada na PJ uma investigação relativamente ao tráfico de estupefacientes.
Se relativamente ao tráfico de droga não surgiram as evidências necessárias para o acusar e julgar já quanto ao crime de roubo foi efectivamente julgado e condenado pelo Tribunal da Boa-Hora em Julho de 1993 com uma pena de 20 meses de prisão.
3 ) A revista ‘Sábado’ avança com a notícia de que o ( …………………………….) e o seu sócio e braço direito, ( ………………………), terão sido alvos de buscas da Polícia Judiciária por serem suspeitos de participarem numa burla que prejudicou o Banco Português de Negócios (BPN) em 14 milhões de euros.

4) “Vários inspectores da equipa constituída por Maria José Morgado para a investigação do Apito Dourado são referenciados, apurou o DN, pelo relatório entregue na PGR como estando controlados pelo ( ……………………….) , a quem alguns dos inspectores da PJ deveriam favores, nomeadamente o inspector Sérgio Bagulho. Aliás, os autores do dossier informam que ( ….r……….) a tem desde há muito “homens seus” dentro da PJ.
Os denunciantes anónimos, alegadamente inspectores da PJ, esclarecem nada ter contra o Benfica, mas apenas enumeram situações em que os aparentes beneficiados foram o clube da Luz ou o Alverca, este ao tempo em que era dirigido pelo ( ………………. No Alverca, ( …………………) é acusado de ter aliciado o guarda-redes Palatsi, que então defendia a baliza do Beira-Mar, que estava em luta com os ribatejanos pela manutenção.
As revelações anónimas – têm como prova as escutas do Processo Apito Dourado e ainda outras investigações relacionadas com compra de empresas por parte de ( ………………….) (que é cadastrado por instigação ao furto e por furto agravado) – focam ainda a época 2004/05, em que o Benfica foi campeão. Ao que o DN apurou, ( …………………. e ……………….) são acusados de combinar árbitros para os jogos do Benfica com o então presidente da Comissão Arbitragem da Liga, Luís Guilherme, e de aliciar um jogador do Estoril na véspera do Estoril-Benfica no Algarve. “
5) O ( …………………) terá instruído depoimentos
Além de ser acusado de pagar 20 mil euros para patrocinar o livro de Carolina Salgado, como denunciou a irmã gémea da ex-companheira de Pinto da Costa em entrevista à SIC, o ( …………………….)e do é também acusado por Ana Maria Curado de manipular os depoimentos de Carolina Salgado à justiça no âmbito do processo "Apito Dourado", apurou o DN.
6) ( …………………….) tem dá apoio expresso aos No Name Boys, claque ilegal cujos vários membros são suspeitos de tráfico de armas e droga, roubos, incêndios e agressões. ( ……………….) garantiu ao Ministério Público que nem sequer reconhece os No Name Boys, mas um relatório da PSP; citado pelo ‘Correio da Manhã’, diz precisamente o contrário. Estas informações já estão nas mãos da Liga de Clubes.
7) As escutas do processo Apito Dourado revelam que ( ………………………) se envolveu directamente na escolha do árbitro do jogo das meias-finais da Taça de Portugal da época de 2003/2004 em que o Benfica ganhou ao Belenensespor 3-1.
7) As escutas do processo Apito Dourado revelam que ( ………………………) se envolveu directamente na escolha do árbitro do jogo das meias-finais da Taça de Portugal da época de 2003/2004 em que o Benfica ganhou ao Belenenses por 3-1. Esse jogo foi arbitrado por João Ferreira, de Setúbal, na sequência da nomeação acertada num telefonema entre Valentim Loureiro e o ( ………………….) Nessa conversa, ( ………………………) começa por se queixar pelo facto de o árbitro nomeado para o jogo já não ser Paulo Paraty, conforme havia sido anunciado por Pinto de Sousa, à data presidente do Conselho de Arbitragem da Federação, a um advogado com ligações ao Benfica.
Estas notícias não são da minha autoria, são foram publicadas na imprensa da altura.
A mim resta-me recordar mais dois dizeres do nosso povo.
- Quem não quer ser lobo ( burro) não lhe veste a pele.
Quem tem telhados de vidro não atira pedras ao do vizinho.»

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Impunidade

"Liga arquiva processo contra Benfica por apoio a claques

A Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol arquivou os autos do processo relativo a eventual apoio ilícito do Benfica, e do seu presidente Luís Filipe Vieira, «a grupos organizados de adeptos». "

A organização mafiosa mais uma vez vê passar impunes os seus actos criminosos.

Recorde-se que o líder do gangue No Name confessou perante os investigadores da PJ que o Orelhas prometeu realizar as obras na sede do gangue (local usado para a guarda de armas e droga conforme já aqui apresentado) e terá pedido ao comandante da PSP de Benfica que fechasse os olhos à entrada de objectos pirotécnicos no estádio, que já custaram a vida a um adepto do Sporting Clube de Portugal.

"trato da Polícia em três tempos"
Orelhas de acordo com o líder dos No Name

terça-feira, 8 de setembro de 2009

A liga encarnada

"Em 16 de Maio, a comunicação social noticiou que elementos da claque No Name Boys tinham sido acusados de vários crimes e que Luís Filipe Vieira fora alvo de uma participação à Comissão Disciplinar da Liga por apoiar aquele grupo de adeptos.Vieira veio a público negar qualquer apoio e garantir que nem sequer reconhecia os No Name Boys, mas um relatório da PSP é demolidor para o presidente do Benfica.Como se não bastasse, depois disso houve ainda o célebre episódio dos bilhetes para o Sporting x Benfica em juniores (o tal do campeonato ganho à pedrada), em que os bilhetes entregues aos encarnados foram misteriosamente parar às mãos de elementos da claque que não é reconhecida...Perante todos estes factos, e quase quatro meses depois da participação que foi feita à CD da Liga, resta perguntar o seguinte: para quando uma decisão do Dr. Ricardo Costa sobre este assunto?Será que o SLB e o "senhor transparência" irão continuar acima da lei e, neste caso, dos regulamentos disciplinares da LPFP? "

A excelência do artigo elaborado por José Correia no Reflexão Portista, justifica a sua inclusão integral e pode (e merece) ser visto aqui.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Mais distúrbios

Uma dezena de alegados adeptos do Benfica e conhecidos dos elementos da claque "No Name Boys" que estão a ser ouvidos no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa agrediram jornalistas e provocaram distúrbios à porta das instalações.Doze elementos da claque do Benfica "No Name Boys" detidos domingo chegaram em duas carrinhas celulares às 14:00 ao Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa, onde esta tarde serão ouvidos.Uma dezena de alegados adeptos do Benfica e conhecidos dos elementos detidos provocaram distúrbios à porta do TIC, agredindo jornalistas e impedindo-os de filmar.No meio da confusão, e quando os adeptos tentavam destruir material de um câmara, um dos polícias que interveio ficou ligeiramente ferido na cabeça, conforme a Agência Lusa verificou no local.Os elementos gritavam palavras de ordem como "Aguentem-se", "Benfica Sempre" e "Tenham Força" e utilizavam uma linguagem muito violenta.Devido aos incidentes houve um reforço policial.Segundo testemunhas oculares, os elementos que causaram distúrbios estiveram toda a manhã no jardim perto do TIC à espera que os detidos entrassem nas instalações do tribunal.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Braço armado da luz destroi café e põem-se em fuga

Cerca de 30 alegados membros da claque benfiquista "No Name Boys" espalharam o terror, ao início da madrugada de ontem, na Rua dos Lusíadas, junto à Universidade do Minho, em Braga. Envergando bonés e com lenços da claque a tapar a boca, o grupo atacou cerca de duas dezenas de pessoas que estavam no café Contra Onda.
Diogo Cunha, dono do café vizinho onde tudo se sucedeu, foi o primeiro a avistar a claque. "Tinha acabado de fechar o meu café e estava na varanda a conversar com amigos quando vejo mais de dez carros a passar com rapazes a fazer gestos obscenos e a chamar nomes. Estacionaram mais à frente e, de repente, começam a correr em direção ao estabelecimento do meu colega que ainda estava aberto", conta.
in jn

Podem encontrar outros 'feitos' do braço armado da luz, aqui.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Agremiação sinónimo de violência

Uma vez mais o "braço armado da luz" aparece associado a situações de extrema violência.

"Três adeptos do Benfica foram condenados esta terça-feira pelo Tribunal de Braga a multas entre os 750 e os 1680 euros e não podem entrar em recintos desportivos durante 16 meses, pelos desacatos provocados no Estádio Axa, em maio de 2011.
Segundo a sentença, divulgada pela agência Lusa, os três arguidos, membros da claque “No Name Boys”, ficam ainda obrigados a apresentar-se na esquadra da sua área de residência sempre que a equipa do Benfica esteja a jogar.
Os factos remontam a 5 de maio de 2011, quando o Sporting de Braga recebeu e venceu o Benfica por 1-0, um resultado que valeu o apuramento da equipa da casa para a final da Liga Europa.
No final, e segundo o tribunal, “ocorreu uma desordem de grandes proporções provocada pelos adeptos do Benfica”, que, “numa conduta altamente agressiva”, partiram cadeiras e as arremessaram contra os agentes da PSP e os assistentes de recinto desportivo que estavam nas bancadas para tentar evitar confrontos entre adeptos.
A polícia identificou os três arguidos, dois dos quais “com longo historial de factos ilícitos»”tanto no exterior como no interior de estádios de futebol. Foram condenados pelo crime de arremesso de objetos, em multas de 750 euros para um, 1050 para outro e 1680 para o terceiro. Como pena acessória, ficam proibidos de entrarem em recintos desportivos durante 16 meses.

Esperamos que haja um controlo por parte das forças policiais que realmente impeça estes individuos de entrarem no recinto da agremiação.
Da parte dos patrocinadores do 'braço armado da luz' sabemos que podemos contar com um rigor semelhante ao que permite a entrada do 'diabo de gaia' ou do hugo inácio.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Não sabem perder, nem vencer

"Camisola de Luisão foi devolvida pelos adeptos, que fizeram "espera" aos jogadores à saída do estádio.
A festa acabou ontem mal para o Benfica, com vários incidentes entre jogadores e adeptos. Os festejos da equipa no relvado foram já de si mornos e depois houve uma série de manifestações de desagrado à equipa... que ergueu o troféu. Estes começaram ainda no campo, quando Luisão e os colegas foram agradecer o apoio à claque No Name Boys. "Eu fui o primeiro a dirigir-me aos adeptos e eles mandaram-me voltar", relatou o próprio Luisão. "Não sei se era uma claque organizada ou não. Mas não gostei, achei uma falta de respeito", afirmou. O capitão tirou a camisola para oferecer aos adeptos, mas esta foi devolvida. Luisão voltou a vesti-la e recolheu aos balneários, visivelmente chateado.
"Mas esses protestos foram de uma minoria. Os outros adeptos que compareceram hoje, esses sim, merecem o respeito dos jogadores", comentou, admitindo que as críticas são um "adversário extra". "É triste ir oferecer uma camisola aos adeptos e eles mandarem-me embora. Mas isso é responsabilidade minha. Eu não gostei, não sei o que os meus colegas acham disso", acrescentou.
Os incidentes não se ficaram por aqui. Muitos adeptos ficaram à espera da equipa junto ao autocarro e insultaram vários jogadores, nomeadamente Cardozo, que os mandou calar ao entrar para o Vermelhão. Ele que fora já permanentemente assobiado durante o jogo.
Rúben Amorim, que até tinha sido dos mais aplaudidos quando entrou para o autocarro, irritou-se e voltou a sair para reclamar com os adeptos. Alguns elementos do staff do Benfica é que sanaram situação. E até a polícia teve de intervir para separar Moreira, tão aplaudido antes, de um adepto que já estava a dois centímetros da sua cara.
"Joguem à bola!", "Esta é a taça dos pobres!", "Chulos" e "A vergonha do Benfica são vocês" foram algumas das frases ouvidas junto ao autocarro. Jara também não escapou daos insultos, tal como o presidente Luís Filipe Vieira, que deixou o estádio em carro particular."

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O apoio do 'braço armado' da luz

«Cerca de meia centena de adeptos benfiquistas interromperam, este sábado, o treino da formação “encarnada”, que decorria à porta fechada no Centro de Estágio do Seixal, não tendo sido registado nenhum problema de maior.
Os adeptos, alegadamente pertencentes à claque não oficial No Name Boys, entraram pelo centro de estágio e chegaram mesmo a conversar com o técnico Jorge Jesus e com alguns dos jogadores.»


Certamente quiseram festejar a vitória da Taça da Independência de Angola.

domingo, 28 de junho de 2009

Energumenos atacam no futebol jovem

Escória da agremiação ataca em todos os escalões do futebol português

"A batalha campal que interrompeu o “jogo do título” do campeonato nacional de juniores 2008-2009, entre o Sporting e o Benfica, na Academia de Alcochete, que registava lotação esgotada, significa, em primeiro lugar, que a polícia portuguesa anda muito distraída. A segurança de um jogo que era de alto risco foi entregue a um número insuficiente de militares da GNR, que foram impotentes para travar os desacatos... Afinal, e ao contrário do que nos dizem, as forças de segurança (que nos jogos mediáticos estão sempre à frente dos microfones para falar sobre as medidas preventivas tomadas...) não dispõem de um serviço de informações que lhes permita acompanhar os passos das "claques organizadas" (um eufemismo que esconde muitos energúmenos) de modo a antever um caso destes, nomeadamente num jogo dos escalões jovens.
Rezam as primeiras notícias que tudo começou quando a claque benfiquista entrou no recinto. "Ao chegar, a claque do Benfica terá atirado objectos aos adeptos presentes numa bancada. Alguns ripostaram outros invadiram o campo e foram pedir explicações a Rui Costa", relata o jornal "Record". "No momento em que a claque do Benfica "No Name Boys" chegou ao recinto iniciou-se uma batalha entre adeptos dos dois clubes, com o arremesso de pedras de parte a parte", informa o "Público".

in http://leaodaestrela.blogspot.com/