A apresentar mensagens correspondentes à consulta seixal ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta seixal ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Negociatas à moda do 5eixal

Há muito que aqui vimos denunciando as negociatas que envolvem o centro de estágio da agremiação corrupta no Seixal.

Aqui fica mais um, num trabalho elaborado pelo blog Fonte Segura.
"Câmara Municipal do Seixal vai fazer obras de alargamento no centro de estagio do seixal, entre outras coisas de forma ao SLB receber lá jogos da sua equipa B.
O SLB na celebração do primeiro contrato com a Camara do Seixal para a construção do centro de estadio tinha que fazer um campo de treinos para o clube local, algo que nunca foi feito. Em Maio do ano passado, o SLB comprou o "estádio do Bravo" no Seixal, por quase metade da base de licitação (estranho não?) com o argumento que iriam realizar lá os jogos da Equipa B. Como o estádio necessitava igualmente de obras, nem foi pago o valor acordado, mas o mais ridículo, o SLB vai agora ceder novamente o "estádio do Bravo" à Câmara do seixal e essa Câmara vai ampliar o centro de estágio!"

quinta-feira, 23 de julho de 2015

O sistema dos 15 Milhões

O jornalista italiano Pippo Russo volta a abordar o sistema do futebol português ao desmascarar aquilo que a imprensa avençada designa de «toque de midas».


O texto original está aqui, uma tradução livre com apoio do google é apresentada de seguida:

O toque de Midas. A primeira página da edição desta manhã de A Bola não deixa margem para dúvidas sobre a capacidade do Benfica em formar e vender os seus próprios talentos. Uma caprichosa montagem fotográfica mete em primeiro plano o presidente encarnado Luís Filipe Vieira e algumas das figuras produzidas no Seixal, o centro desportivo do Benfica também conhecido como Caixa Futebol Campus. Essa academia, segundo a história contada pelo mais benfiquista dos três diários desportivos portugueses, tornou-se numa espécie de reserva dourada para o clube, que de há um ano para cá esteve ocupado a vender os melhores produtos do viveiro. Daqui vem a explicação para o “toque de Midas” de que A Bola fala, apregoando na primeira página os nomes e os valores desta suposta bonança e, como se tivesse necessidade de cair no exagero, afirma ainda que “o Benfica é um caso de estudo mundial”.
E aqui os colegas portugueses meteram verdadeiramente os pés pelas mãos, porque preferiram passar a mão pelo pelo à nação benfiquista e ao Estado Maior encarnado, mas deviam também ter mantido uma certa moderação ao representarem a realidade das coisas. Especialmente quando se faz referência a metade da verdade e se omite a outra metade da história. É certo que ninguém pode contestar o que uma das legendas refere (“Diamantes do Seixal já renderam mais de 75 milhões de euros”), mas não se olha para a outra parte da história e às perguntas que se impõem: por que motivo, sem exceção, os nomes e os valores envolvidos nestas transferências são sempre os mesmos? E os mais de 75 milhões recebidos serão realmente o melhor que conseguiram arranjar?
O presidente Vieira. Ou seja, o presidente de um clube que, segundo o que foi revelado no início de junho pelo Jornal de Negócios, é o “campeão da dívida”. Uma crise que se tornou mais séria desde o verão de 2014, com o colapso do Banco Espírito Santo, que para além de ter constituído o Benfica Stars Fund (fundo de investimento a quem o Benfica cedia percentagens dos direitos económicos dos seus jogadores) era também acionista do clube. E na verdade continua a ser acionista enquanto Novo Banco, que é a entidade renascida das cinzas do BES graças a uma vigorosa injeção de dinheiros públicos. Há que acrescentar que alguns dos problemas dos incidentes do BES também envolveram o presidente Vieira, exposto pela sua empresa Promovalor. É neste contexto que Jorge Mendes aparece e coloca à disposição a sua rede de clubes e alianças. A primeira fase ocorre em janeiro de 2014, numa altura em que o BES ainda não tinha declarado bancarrota, e como tal as finanças do Benfica eram consideradas “dores normais”. Nos últimos dias do mercado de inverno de 2014 o clube encarnado cedeu o atacante brasileiro naturalizado espanhol Rodrigo Moreno e o jovem médio André Gomes (um dos “diamantes do Seixal”). O comprador é o fundo de investimento Meriton Capital, propriedade do singapurense Peter Lim, que negociava a compra do Valência e, sobretudo, sócio de Jorge Mendes no fundo Quality Sports Investment (LER AQUI). Curiosamente, os dois jogadores acabaram por ficar até ao final da época no Benfica. Viriam a ser transferidos para o Valência ainda antes de Peter Lim ter concluido a sua ascensão no clube espanhol: uma cedência dos “seus” jogadores como prova de confiança, quase como se fosse uma garantia. Quanto aos valores, 15 milhões foi o custo de André Gomes, enquanto Rodrigo custou 30 milhões. O total foi 45 milhões, ou seja, 15 milhões por 3. Este último cálculo não é nenhum pretensiosismo da minha parte, mas apenas uma recorrência curiosa.
Depois chegou o verão de 2014, altura em que o estouro do BES coloca o Benfica e Vieira em estado de emergência. E quem chega para resolver o problema? Jorge Mendes, obviamente, que facilita a transferência de um dos “diamantes do Seixal”, o guarda-redes Jan Oblak, para o Atlético Madrid (LER AQUI). Este é um dos clubes campeões do mundo em TPOs. O preço é 16 milhões, o valor da cláusula de rescisão. E mais uma vez estamos muito próximos da tal cifra fatídica. O mais estranho na transferência de Oblak é que, poucos dias depois da venda, Luís Filipe Vieira vê-o ser oferecido de volta (LER AQUI). Oblak devia ter mesmo muita utilidade para os colchoneros. De qualquer forma, depois de um começo lento, o guarda-redes esloveno acabaria por conquistar a titularidade no Atlético. Mas as manobras feitas por Mendes na zona do Seixal no verão de 2014 não se ficaram por aqui. O super-agente conseguiu de facto pôr as mãos em três dos jovens mais promissores: Bernardo Silva, João Cancelo e Ivan Cavaleiro. Os três foram emprestados com uma cláusula de compra já fixada. Conseguem adivinhar o valor? Exatamente, 15 milhões de euros cada. Os três são enviados para clubes de chancela mendesiana: Bernardo Silva para o Mónaco, Ivan Cavaleiro para o Deportivo La Coruña e João Cancelo para o Valência. De notar que os treinadores de Mónaco e Valência têm como agente Jorge Mendes: tratam-se dos portugueses Leonardo Jardim e Nuno Espírito Santo. Este último não tem nada a ver com o banco falido, apesar de a coincidência de nomes ser curiosa. Como se saíram os três jogadores emprestados? Muito bem, Bernardo Silva. Suficiente para alimentar a dúvida sobre se o Benfica não o terá dispensado demasiado cedo e a um preço bem inferior daquilo que poderiam ter obtido se o tivessem deixado amadurecer na sua equipa. Os outros dois ainda não se revelaram ao nível do seu colega, mas também no seu caso a pergunta se aplica: o brilho do ouro de Midas é realmente tudo aquilo que conseguiram arranjar? Ou não ficaria melhor descrever-se como um anúncio de “compro ouro”, com um vendedor aflito e um comprador capaz de fazer o preço pretendido? Falta dizer que no final da época o Benfica viu os três saírem definitivamente. O Mónaco acionou a opção por Bernardo Silva e levou também Ivan Cavaleiro, enquanto que o Valência acionou a opção por João Cancelo. Os valores? O que podemos ver na primeira página de A Bola são respetivamente: 15,75 milhões, 15 milhões e 15 milhões. Um disco riscado. Que promete continuar tocar a mesma música durante muito tempo. É que o Mónaco já recebeu por empréstimo outro “diamante do Seixal”, Hélder Costa. A cláusula de compra já está definida. Por quanto? Vamos ver se adivinhamos.
E não vai acabar aqui, porque o Benfica já contratou três jogadores ao Rio Ave, o clube mais mendesiano de todos (LER AQUI). Tratam-se de Ederson, Diego Lopes e Hassan. Todos da zona Mendes. 
Hassan foi devolvido devido a problemas cardíacos, enquanto os outros dois não são propriamente reforços indispensáveis ao Benfica.
P.S.: nas últimas semanas o Mónaco foi protagonista de uma transferência muito desagradável para o Milan: aquela que levou Geoffrey Kondogbia para o Inter. Uma leitura credível dessa história fala numa desfeita de Jorge Mendes aos seus inimigos da Doyen Sports Investment. Mas sabemos como é, o Milan é sempre um clube com quem devemos manter boas relações diplomáticas, coisa que Mendes tem bem presente. Daí que nas últimas horas se tenha concluído uma negociação reparadora: os monegascos compraram El Shaarawy, apesar do seu desastroso currículo recente. Valor do negócio: 2 milhões pelo primeiro ano de empréstimo e opção de compra para o próximo ano de 14. 16 no total, dos quais 15 vêm da venda de Ferreira Carrasco do Mónaco ao Atlético. Será que na Liga TPO roda sempre o mesmo dinheiro?  

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Novamente o Seixal

É novamente abordado esta negociata imobiliária e todo o prejuizo que acarretou para o concelho do Seixal.
"O vereador socialista José Assis acusa o Benfica de não estar a cumprir o protocolo com a Câmara do Seixal que permitiu a construção do Centro de Estágios do clube da Luz, mas o vereador do Desporto do município, Joaquim Santos, rejeita a acusação, enquanto o próprio clube prefere manter-se à parte da polémica.
Segundo José Assis, no acordo estabelecido entre as duas partes, o clube de Lisboa comprometia-se a disponibilizar parte da infraesterutura para a população do concelho. No entanto, Joaquim Santos, citado pela Agência Lusa, refere que no protocolo consta apenas uma cláusula genérica
sobre esse assunto e que espera ter, na próxima época, um projecto assinado com o Benfica que permita abrir as portas do centro de estágios às associações desportivas do concelho.
O vereador do Partido Socialista, na nota que enviou à imprensa, recorda que o acordo celebrado entre Benfica, autarquia e a Euroárea, o clube obrigou-se a facultar o acesso aos campos de treino e que «até ao momento essa obrigação não está a ser cumprida». «Por outro lado, essa obrigação está contida no mesmo protocolo que viabilizou urbanisticamente a operação que deu lugar ao centro de estágios e viabilizou o alvará que legitima a área de construção da Quinta da Trindade», destaca ainda a nota do autarca socialista.
Joaquim Santos, por seu lado, defende que os dois primeiros anos «serviram para o Benfica instalar a sua estrutura». «Temos agora condições para aprofundar esse protocolo. Na próxima época desportiva, penso que poderemos aprovar o programa que estabeleça o quadro de cooperação entre o Benfica e Câmara Municipal do Seixal», destacou o vereador da CDU. Contactado pela Agência Lusa, o Benfica não quis comentar as acusações do vereador socialista. "
in MaisFutebol

podem recordar o que já tinhamos escrito sobre este assunto
http://oantilampiao.blogspot.com/2007/09/centro-de-estgio-da-cgd.html
http://oantilampiao.blogspot.com/2007/11/crise-no-galinheiro-ii.html

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Orelhas promete alvarás de construção

"Benfica tem de pagar 22 milhões até Setembro
O Sport Lisboa e Benfica (SLB) tinha de pagar, até ontem ao final do dia, impreterivelmente, uma dívida de 2,5 milhões de euros à Euroárea.
Esta empresa, com quem o clube presidido por Luís Filipe Vieira tem acordos há vários anos, executou, esta segunda-feira, a primeira de uma série de letras bancárias, depois de o Benfica ter ultrapassado os prazos para cumprir a sua parte nesses acordos.
Em causa estão as contrapartidas prometidas pelo Benfica a esta empresa, por conta da venda dos terrenos onde está instalado o Centro de Estágio do clube, no Seixal, e do financiamento da construção deste empreendimento desportivo do Benfica.
A Euroárea financiou, com seis milhões de euros, o clube da Luz para este projecto, tendo Luís Filipe Vieira assumido, em nome do Benfica, que obteria das Câmaras de Lisboa e do Seixal novos alvarás para ampliação dos projectos urbanísticos da Euroárea – o que, segundo os responsáveis desta empresa, o clube não terá cumprido."

Então o Orelhas também garante alvarás de contrução ?
Tal como no futebol, também nos negócios imobiliários, faz as coisas por outro lado ...

recorde a polémica em redor do centro de estágios, aqui, aqui e aqui

terça-feira, 19 de maio de 2009

Os protegidos do Orelhas II

"Ministério Público acusou 38 pessoas ligadas à claque benfiquista e diz haver indícios do apoio de Luís Filipe Vieira aos acusados.

O conteúdo de uma pen-drive apreendida a um elemento do 'No Name Boys' (NNB) foi apenas um indício para o Ministério Público avançar para a acusação de associação criminosa. Dentro do dispositivo encontravam-se informações detalhadas sobre elementos da rival Juve Leo: fotografias dos dirigentes, acompanhadas por notas sobre "namoradas, cônjuges e restantes familiares". A recolha de informação fazia parte da forma de actuação dos NNB. Os 38 elementos ligados a esta claque foram acusados pelo DIAP de Lisboa de crimes de associação criminosa e tráfico de estupefacientes.

A acusação é feita após um grupo de 30 suspeitos ter sido detido em Novembro de 2008, na operação'Fair Play' realizada pela PSP de Lisboa. Nas buscas domiciliárias, a polícia apreendeu droga, armas e material pirotécnico.

Terá sido a metódica recolha de informação que levou elementos do NNB ao encalço de João Filipe Sério, adepto do Sporting e membro do grupo "1143" que integra a Juventude Leonina. Em Fevereiro de 2008, quatro elementos do NNB, abordaram o rival junto à casa deste.

João Sério ainda tentou fugir para uma esquadra da PSP, que fica nas imediações. Porém foi alcançado pelo grupo. Um dos agressores, segundo a acusação, "desferiu diversos golpes no corpo do ofendido com uma faca que trazia consigo". Os restantes, "utilizando tochas incendiárias queimaram o corpo do ofendido, nomeadamente na anca esquerda e no abdómen, ao mesmo tempo que, utilizando um taco, desferiram com ele pancadas no corpo daquele, atingindo-o em várias zonas letais, nomeadamente na cabeça".

Este é apenas um caso relatado no despacho de acusação do DIAP de Lisboa neste caso, o qual resultou na junção de vários processos dispersos por diferentes comarcas. Um destes veio da comarca do Seixal e diz respeito à agressão e destruição do carro de um jornalista de O Jogo no centro de estágio dos "encarnados". O episódio ocorreu em Abril de2008 e o envolvimento dos NNB foi "apanhado" em escutas telefónicas. No dia da agressão, MIguel C. telefonou a Hugo C (ambos acusados no processo), contando que um grupo esteve no Seixal onde "partiram a boca toda a um do Jogo".

Os membros da claque partiram ainda o vidro do carro do jornalista, e tentaram introduzir no interior da viatura uma tocha incendiária que poderia ter destruído por completo o carro. "Partimos o carro todo do jornalista, (…) mandei uma tocha para dentro do carro, só não incendiou porque saiu fora", disse Miguel C, numa escuta que está transcrita na acusação.

Os líderes da claque são ainda suspeito de revenderem ilegalmente bilhetes para os jogos do Benfica. Os ingressos seriam cedidos à claque a um preço reduzido, mas depois eram colocados mais caros no mercado. O DIAP de Lisboa sustenta que o lucro obtido era "investido" depois no negócio da droga. "
in DN

sábado, 15 de novembro de 2008

Tensão no Seixal

A máfia encarnada continua a mostrar dificuldades em lidar com a liberdade de imprensa

Desporto: Lusa impedida de entrar no Centro de Estágio do Benfica13h28mSeixal, 15 Nov (Lusa) - A Agência Lusa foi hoje impedida de entrar no Centro de Estágio do Benfica, no Seixal, e de fazer a cobertura noticiosa da conferência de imprensa de Quique Flores, treinador da equipa de futebol do clube lisboeta.Os elementos da segurança do complexo desportivo do Benfica, informaram ter ordens do clube para barrar a entrada aos jornalistas da Lusa. Por essa razão a Agência está impossibilitada de distribuir aos seus clientes o serviço habitual.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Marítimo treina no Seixal antes de viajar para o Funchal

Com tanto lugar na região de Lisboa para treinar, o clube da Madeira optou por recorrer às instalações do adversário da última jornada da Liga.
Estranho ? Questionável do ponto de vista ético e desportivo ?
Nada disso importa para quem faz as coisas por outro lado.

Para o Marítimo, o seu presidente já afirmou que "Nada farei para o Benfica não ser campeão"

É o reforçar de relação que tem dado muitos frutos à agremiação corrupta de carnide.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Ainda as palavras de Moniz

Moniz, vice presidente do 5LB veio recentemente fazer declarações que mereceram uma correcta resposta por parte do Quintadelduque, e da qual retiramos os seguintes pontos.

A desonestidade dos dirigentes e alguns adeptos do Benfica é tanta que para eles o que uma entidade privada faz, incomoda-os, mas os que entidades públicas ou de interesse público, que violam a concorrência, fazem, já lhe passa açúcar pelos beiços.

- Má inscrição de Ricardo Rocha que daria a perda de pontos ou até a descida de divisão pelo número de jogos mal inscrito que jogou; sendo vendido à pressa para camuflar a façanha. Aqui tudo bem Moniz?

- Sporting e Benfica disputam  Paulo Futre e a RTP, com dinheiro público,  também de sportinguistas, avança 700 mil contos ao Benfica para a compra de Futre. Aqui tudo bem Moniz?

- Acções não cotadas em bolsa, de valor zero, para o pagamento de dívidas ao fisco, que não pagas, dariam a descida de divisão e encerramento de portas. Aqui tudo bem Moniz?

- Dívidas ao fisco perdoadas e não punição pela entrega de uma certidão falsa de pagamento, que daria a descida de divisão e encerramento de portas. Aqui tudo bem Moniz?

- Centro de Estágio do Seixal financiado com dinheiros, também dos Sportinguistas, oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos. Aqui tudo bem Moniz?

- Cambalacho ainda abafado com os terrenos para a construção do novo estádio da luz, proporcionado pela Câmara Municipal de Lisboa, entidade pública, que mereceu honras de Vilarinho pedir para votar num determinado partido. Aqui tudo bem Moniz?

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

O sócio explica

Pedro Proença foi a casa explicar as novas leis do fora de jogo.
"Numa iniciativa do Conselho de Arbitragem, que já tinha promovido formações com os treinadores, o árbitro Pedro Proença foi ao Caixa Futebol Campos, no Seixal , dar a conhecer as alterações à lei do fora-de-jogo aos pupilos de Jorge Jesus."


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O apoio do 'braço armado' da luz

«Cerca de meia centena de adeptos benfiquistas interromperam, este sábado, o treino da formação “encarnada”, que decorria à porta fechada no Centro de Estágio do Seixal, não tendo sido registado nenhum problema de maior.
Os adeptos, alegadamente pertencentes à claque não oficial No Name Boys, entraram pelo centro de estágio e chegaram mesmo a conversar com o técnico Jorge Jesus e com alguns dos jogadores.»


Certamente quiseram festejar a vitória da Taça da Independência de Angola.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ligações à máfia encarnada

«A construção, perto do Estádio da Luz, em Lisboa, do prédio da Cofina, está a revoltar os moradores vizinhos, pois fica colado aos edifícios já existentes, tirando privacidade e vistas. A Câmara ainda pondera embargar a obra.»
in JN, 04/09/2008


«Os moradores da rua Mateus Vicente, em Lisboa, insistem na ilegalidade da construção da nova sede da Cofina, apesar da câmara ter levantado o embargo à obra, e admitem recorrer aos tribunais se as outras instâncias falharem.»
in JN, 02/03/2009


«O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa instaurou um inquérito sobre a construção do novo prédio da Cofina, grupo de comunicação social que detém, entre outros, os jornais "Correio da Manhã" e "Record", em Benfica, Lisboa, disse fonte da Procuradoria-Geral da República.
A polémica obra, contestada desde 2008 pelos moradores dos prédios mais próximos, foi analisada pela Provedoria de Justiça, que já no ano passado notificou a Câmara de Lisboa, apontando a nulidade de vários actos administrativos por desrespeito ao alvará de loteamento, de 1989.
Segundo fonte ligada ao processo, a Provedoria deteve-se sobre dois processos - um,contra a Câmara de Lisboa, por ter autorizado a construção, e, um segundo, a propósito de os promotores imobiliários da urbanização onde se insere o prédio da Cofina, não terem alegadamente pago taxas camarárias pelo uso dos terrenos, já que os direitos de isenção teriam passado do Sport Lisboa e Benfica (antigo proprietário) para as empresas.»
in JN, 27/08/2010


Pensava eu, que as ligações do Benfica à Cofina se esgotavam na cor dos seus dois diários - Correio da Manhã e Record - e na linha editorial pró-encarnada dos mesmos. Mas, para além disso, parece que também há (houve) negócios entre as duas partes aparecendo, mais tarde, a câmara municipal de Lisboa metida ao barulho.
Seja como for, não tenho dúvidas de que vai tudo acabar em bem, com o inquérito do DIAP arquivado e os processos abertos pela Provedoria de Justiça no "caixote do lixo". Aliás, por aquilo que me apercebi da leitura das notícias acima referidas, este caso é uma brincadeira de crianças, se comparado com os acordos/negócios que envolveram a EPUL ou a Euroárea no Seixal.

retirado daqui.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Nem pagam aos empreiteiros

"O antigo vice-presidente do Benfica responsável pelo património Mário Dias vai ser inquirido a 09 de Abril como testemunha do clube no processo movido pela Britalar, por alegadas obras adicionais não contratualizadas na construção do centro de estágio.

Fonte judicial confirmou à agência Lusa que Mário Dias, radicado em Angola, será ouvido às 10h na 13.ª Vara do Tribunal Cível de Lisboa, no palácio da Justiça, em mais uma audiência da acção em que a Britalar reclama mais de 1,6 milhões de euros em obras alegadamente executadas e que não estavam previstas no contrato de empreitada do centro de estágio do Benfica, no Seixal.

Por entender que não há lugar a pagamentos adicionais à Britalar, a Benfica SAD também accionou a empresa de António Salvador, presidente do Sporting de Braga, que depôs na primeira sessão, realizada a 02 de Junho de 2009.

Nessa audiência, estava previsto o depoimento da parte de Luís Filipe Vieira, mas o presidente da Benfica SAD não compareceu “por motivos imprevistos e inadiáveis”, como determinou o juiz Nuno Salpico que ficasse exarado.

A inquirição de Luís Filipe Vieira na qualidade de representante legal do réu ficou programada para 18 de Junho. No entanto, os advogados da Britalar e da Benfica SAD apresentaram pedido de suspensão por um período de 30 dias na tentativa de chegarem a um acordo.

A Benfica SAD recusou um acordo com a Britalar e tentou-se um compromisso arbitral, designando um tribunal competente, o que não foi possível.

Como o entendimento não foi possível, o juiz agendou novas audiências, com o presidente da Benfica SAD a prestar declarações a 17 de Novembro de 2009, numa sessão em que Luís Filipe Vieira pediu aos jornalistas para não assistirem.

O centro de estágio do Benfica foi inicialmente orçado em 12,96 milhões de euros, em meados de 2004, empreitada adjudicada à Britalar.

Mais tarde, o contrato estabelecido entre Benfica SAD e Britalar foi renegociado em mais 2,5 milhões de euros, mas, como disse António Salvador na primeira audiência, o Benfica apresentou mais projectos de especialidade em Janeiro de 2005.

A Britalar comunicou à Benfica SAD que a adjudicação teria de ser feita mediante o pagamento de mais três milhões de euros e, já com as obras do complexo a decorrerem, António Salvador reuniu-se com Luís Filipe Vieira e Mário Dias, que se comprometeram a negociar essa verba adicional num jantar.

Nesse encontro, as partes acordaram que o montante seria reduzido de três para 2,5 milhões de euros, mas, como vincou António Salvador em tribunal, o acordo apenas foi reduzido a contrato “quase dois meses depois”.

Contudo, a Britalar reclama mais 1,6 milhões de euros em obras alegadamente executadas e que não estavam contratualizadas, enquanto o Benfica opôs-se e também constituiu a empresa como réu. "

sábado, 26 de dezembro de 2009

Escola encarnada

"O futebolista Miguel esteve este sábado de madrugada envolvido em desacatos junto à discoteca RS Dreams, na Cruz de Pau, concelho do Seixal, que levaram à detenção de um homem, disse à Lusa fonte do Comando Nacional da PSP.

O homem detido transportava consigo uma arma sem possuir título legal para a sua posse, mas está ainda por apurar se é o seu proprietário, adiantou a fonte. Segundo algumas testemunhas, terá sido Mguel quem disparou uma arma de 9 milímetros.

De acordo com a fonte da PSP, o incidente ocorreu pelas 5:00, quando um grupo de "quatro a cinco indivíduos", ente os quais o internacional português, tentaram entrar numa discoteca na Cruz de Pau, tendo sido impedidos de o fazer pelos seguranças.

Na altercação que se seguiu, ocorreram disparos, que atingiram uma viatura estacionada nas imediações, relatou a fonte, tendo o grupo abandonado o local, dirigindo-se para Lisboa.

Pelas 7:00 o mesmo grupo regressou à discoteca, onde a PSP havia já "montado um dispositivo para os interceptar", o que veio a acontecer, tendo sido todos conduzidos à esquadra de Cruz de Pau para identificação.

Segundo a fonte da PSP, o futebolista Miguel, que joga actualmente no Valência e os restantes elementos do grupo abandonaram a esquadra pelas 09:00, excepto o homem que foi detido, que deverá ser presente ainda hoje a tribunal."

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Será a consumação de um acto de trafico de influências?

Agora se percebe melhor a inacreditável certeza dada pela agremiação corrupta à Euroarea na aprovação da urbanização, que suportou então uma negociação de milhões.
Não háverá matéria suficiente para investigação?

E não devemos esquecer todo o processo com a Câmara Municipal do Seixal, uma situação em tudo similar!

"Câmara de Lisboa salva Benfica
A Câmara Municipal de Lisboa aprovou o projecto do Benfica para a Urbanização Sul, na zona do Estádio da Luz, que tinha estado na origem de um dos diferendos do clube com a Euroárea, avança a edição do SOL desta sexta-feira

Com esta decisão, caem por terra os argumentos invocados por esta empresa para executar o clube judicialmente por causa de uma dívida no valor de 2,5 milhões de euros. A Euroárea comunicara ao Benfica, em Julho, que ia executar a letra por não terem sido cumpridos os prazos do acordo estabelecido com o clube para pagar essa dívida. Nesse acordo, estava incluído o compromisso de o Benfica conseguir da CML um aumento da capacidade construtiva na referida Urbanização Sul.

O clube levou a proposta à Câmara em Junho, que a chumbou. Mas no dia 31 de Julho, na última sessão antes de férias, e na sequência de uma reclamação do Benfica, a proposta foi de novo sujeita a votação e acabou por ser aprovada – com os votos favoráveis de todos os vereadores socialistas e dos independentes eleitos na lista de Carmona Rodrigues."


Estes mesmos senhores levaram 6 anos para aprovar um projecto para o Sporting Clube de Portugal.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Mais um contrato orelhudo

Benfica gasta pagamentos da Sagres até 2020
O SL Benfica não vai receber um tostão do contrato de publicidade assinado com a Sagres, que devia ser pago em prestações anuais até 2020, avança a edição de sexta-feira do SOL
Esta quantia, que ascende a mais de 43 milhões de euros, encontra-se já cativa e irá direitinha para o BES, para liquidação de dívidas, não passando sequer pelo clube. Isto mesmo consta de 4 cartas assinadas por Luís Filipe Vieira e dirigidas ao presidente da Central de Cervejas, Alberto da Ponte, a que o SOL teve acesso.
Fonte oficial do clube da Luz considerou esta situação «normal», pois «o Benfica tem contas naquele banco». Mas a verdade é que os mais de 40 milhões que o Benfica deveria receber ao longo dos próximos 10 anos já estão gastos.
Entretanto, o Centro de Estágio do Seixal está a funcionar em situação ilegal, pois nunca obteve licença de utilização por parte da Câmara. E esse processo não parece adiantado, visto que uma fonte camarária disse ao SOL que o mesmo ainda «se encontra na CCDR de Lisboa a aguardar parecer».

domingo, 17 de maio de 2009

A droga e a agremiação

"Cerca de quatro dezenas de elementos da claque do Benfica No Name Boys foram acusados de vários crimes e o presidente do clube, Luís Filipe Vieira, foi alvo de uma participação à Comissão Disciplinar da Liga de clubes por apoiar aquele grupo de adeptos. A certidão foi também remetida para o Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto, entidade junto de quem a claque se deveria ter legalizado, identificando todos os seus membros.

O mais conhecido grupo de apoiantes do Benfica foi alvo de uma aparatosa acção policial há cerca de meio ano, através da operação Fair Play, desencadeada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa com a colaboração da Polícia de Segurança Pública. Das mais de três dezenas de detidos, três ficaram presos preventivamente, quatro em prisão domiciliária e pelo menos dois proibidos de frequentar recintos desportivos.

A acção policial saldou-se ainda na apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e mais de dez quilos de haxixe e 115 gramas de cocaína. O libelo sustenta que a claque era financiada através da venda de ingressos para os desafios e de substâncias estupefacientes, nomeadamente haxixe e cocaína. Foram ainda recolhidos indícios da venda e revenda de armas de fogo, nomeadamente de TASER (armas que atingem as vítimas com choques eléctricos), que teriam uma potência superior às usadas pelas forças de segurança.

A investigação abrangeu várias situações relacionadas com actos de violência de que foram vítimas adeptos do FC Porto e do Sporting. E ainda confrontos com forças de segurança e apreensões de droga. O inquérito acabou por agrupar factos ilícitos que estavam dispersos por outros processos. Nos casos da suspeita de tráfico de droga e de armas, as autoridades realizaram escutas telefónicas.

Através das escutas, recorde-se, a PSP pôde reunir elementos que a ajudaram a identificar a autoria moral e material do incêndio ateado ao autocarro que transportou a claque dos Superdragões, que se deslocou a Lisboa, em 21 de Julho de 2008, para apoiar a equipa de hóquei em patins do FC Porto que jogava contra o Benfica. Na origem deste acto esteve, segundo a acusação, o ódio contra o FC Porto, realçando a premeditação do acto, uma vez que o autocarro tinha sido antes seguido por uma viatura ligada aos No Name Boys.

Cerca de cinco meses antes, elementos daquela claque benfiquista terão provocado danos no complexo desportivo do Sporting, Alvaláxia XXI. Destruíram cancelas, derrubaram um sinal de trânsito e pintaram as paredes da sede da Juve Leo com os seus símbolos. A acusação relata também a agressão de que foi alvo um jornalista de um diário desportivo, quando se encontrava em serviço junto ao complexo desportivo do Benfica, no Seixal. Depois de apedrejarem a viatura do jornalista, os elementos da No Name Boys retiraram do seu interior um taco de bilhar com o qual destruíram o vidros e provocaram diversas amolgadelas, lançando depois uma tocha incendiária que, frisa a acusação, só não consumiu a viatura porque caiu fora. Além dos danos materiais, o jornalista acabou por ficar ferido na sequência do incidente.

O facto de agirem sempre em superioridade numérica, munidos de tacos, facas e outros utensílios, é também assinalado noutras situações. Numa delas, a vítima foi um elemento da claque Juve Leo, do qual conheciam a sua morada, ligações familiares e outros elementos da sua vida pessoal, a partir de um ficheiro criado no seio da claque.

Uma das situações relatadas ocorreu na madrugada de 25 de Fevereiro do ano passado, na Amadora, onde esperaram um jovem junto à sua residência. Este, apercebendo-se da cilada, tentou fugir em direcção à esquadra da PSP, mas não o conseguiu. Acabou por ser alvo de várias agressões, que culminaram com diversas queimaduras no corpo provocadas pela utilização de tochas incendiárias. A vítima teve que ficar cerca de um mês em recuperação. Apesar de as agressões serem imputadas a um grupo numeroso, apenas três dos seu elementos acabaram por ser identificados pelas autoridades."

sábado, 19 de abril de 2008

Dias agitados II

Os serviços de segurança do Centro de Estágio do Benfica chamaram o Corpo de Intervenção da PSP – uma carrinha com seis elementos – para precaver eventuais distúrbios à porta das instalações dos “encarnados” no Seixal, onde se concentraram cerca de três de dezenas de adeptos que pretendiam assistir ao ultimo treino antes do embate de amanhã com o FC Porto, no Estádio do Dragão.

Mais na edição on line do Público

Dias agitados na agremiação corrupta

Quando os jogadores do Benfica colocavam os sacos e objectos pessoais no autocarro que os levará ao estágio prévio ao encontro de amanhã com o FC Porto, algumas dezenas de adeptos que estavam do lado de fora do Centro de Estágio, no Seixal, arremessaram-lhes tochas e diversos objectos que os fizeram recuar e obrigaram o contingente da PSP que se encontrava no lugar a criar uma zona de segurança no exterior para a saída do autocarro, o que no entanto não impediu que os jogadores fossem insultados. A polícia teve mesmo de disparar balas de borracha para o ar, de forma a dispersar os adeptos e impedir males maiores.

o povo revolta-se

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Crise no galinheiro II

"O Benfica deve cerca de 500 mil euros à Câmara Municipal do Seixal pelo fornecimento de água para o Centro de Estágio do clube, entretanto baptizado de Caixa Futebol Campus. Contactada pelo JN, a Câmara não assume o valor em dívida e o Benfica, também questionado, afirma desconhecer o assunto. No entanto, o JN sabe que a dívida foi discutida na última sessão pública da autarquia, na passada quarta-feira, quando um dos vereadores do Partido Socialista interpelou o presidente da edilidade acerca da existência da mesma e do respectivo montante. O autarca não confirmou o valor e referiu que "não existe dívida porque não existe uma execução fiscal", disse, ao JN, o vereador socialista Samuel Cruz. "A questão da dívida foi levantada na sessão pública pela vereação do PS e, à altura, o presidente não a negou, limitando-se a não confirmar o valor e referindo que estava a ser negociada", explicou Samuel Cruz. O mesmo vereador reafirma que "o facto de não haver uma execução fiscal não invalida a existência de recibos que não foram regularizados", explicou. Ontem, contactada pelo JN, a câmara respondeu que não confirma o valor da dívida de 500 mil euros. Igualmente questionado, o Benfica, através de Mário Dias, responsável do clube pelo património, afirmou desconhecer o assunto."
in JN