Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

Não se deixem enganar pela nossa imprensa

Two goalkeeping errors from Yuri Zhevnov allowed Benfica to score two away goals as Zenit St Petersburg won 3-2 in their Champions League last-16 first leg in freezing conditions at the Petrovskiy Stadium.
While Zenit won the match they will be praying for the return of regular number one Vyacheslav Malafeev for the second leg in three weeks: he was injured and, had he been fit, the Russians may well have won comfortably and not conceded the two away goals that will give Jorge Jesus's side confidence in Lisbon.A pair of near-identical howlers from reserve keeper Zhevnov allowed Maxi Pereira andOscar Cardozo to finish from close range, but Zenit - who were by far the better side - scored fine goals through Roman Shirokov and Sergei Semak, with Shirokov adding his second to win it seconds after the visitors levelled at 2-2.
in Eurosport.com
Roman Shirokov ofreció un recital sobre el gélido Petrovskiy de San Petersburgo para ofrecer al Zenit, con sus dos goles, una merecida victoria ante el Benfica. El conjunto ruso supo sobreponerse a los errores de su portero Zhevnov, que regaló los dos tantos al equipo portugués, y firmó una reconfortante remontada.
in Marca

Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012

Nada nos surpreende na agremiação corrupta

Só nos surpreende a passividade de que beneficia.
Os seus métodos há muito que são conhecidos

Domingo, 5 de Fevereiro de 2012

e a vergonha continua

Caceteiro Garcia continua a gozar da impunidade que protege os energúmenos da agremiação corrupta


«Alguém viu Javi Garcia pontapear um colega meu?»

«O importante é que o Benfica ganhou, o povo português está contente e a semana vai ser óptima para o país. Irónico? O Javi Garcia pontapeou um colega meu na primeira parte, quando o jogo estava parado, e ninguém viu. Depois o Pouga é expulso daquela forma. Com 11 jogadores tínhamos uma palavra a dizer, com menos um tudo se complicou.»
Luis Olim, jogador do Marítimo esta noite na flash interview 

Domingo, 29 de Janeiro de 2012

Cuidado Quim Machado

Quim Machado, é melhor não ires passear no Colombo nos próximos tempos...
O treinador do Feirense Quim Machado queixou-se de um «tratamento diferente» da equipa de arbitragem.
«Há três foras-de-jogo que são limpos. Assim é difícil ganhar. Houve aqui decisões que por amor de Deus. Se fosse ao contrário estava-se uma semana toda a falar. Merecíamos mais respeito. Acho que não temos estuto por termo vindo da segunda divisão», afirmou o técnico no final do jogo.

Recomendamos

http://sportingautentico.blogspot.com/2012/01/horrendo.html

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

Estão a tentar ilibar o braço armado da agremiação corrupta

«O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, vai ser chamado para ser ouvido como testemunha no âmbito do processo que levou hoje à detenção de 30 elementos dos 'No Name Boys'. O Ministério Público quer esclarecer como é que uma claque que não estava legal tinha direito a uma sede no estádio do clube, avançou ao Expresso fonte policial. O espaço é conhecido como "A Casinha".
A operação da PSP teve início na madrugada de hoje e visou membros dos 'No Name Boys' que têm vindo a agredir adeptos de claques rivais e também elementos das forças policiais. (…) Trinta elementos do grupo foram detidos, incluindo os dois supostos líderes: Miguel Claro e José Pité. Os detidos estão indiciados por ofensas corporaisassociação criminosatráfico de droga e danos e incêndio a um autocarro que transportava adeptos do FC Porto para um jogo de hóquei em patins, em Junho deste ano.
A operação, efectuada no âmbito de uma investigação a cargo do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, resultou ainda na apreensão de haxixe, cocaína, heroína, ecstasy. Foram também confiscados bastões, soqueiras e tochas incendiárias
in EXPRESSO, 16/11/2008


«O mais conhecido grupo de apoiantes do Benfica foi alvo de uma aparatosa acção policial há cerca de meio ano, através da operação Fair Play, desencadeada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa com a colaboração da Polícia de Segurança Pública. Das mais de três dezenas de detidos, três ficaram presos preventivamente, quatro em prisão domiciliária e pelo menos dois proibidos de frequentar recintos desportivos.
A acção policial saldou-se ainda na apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e mais de dez quilos de haxixe e 115 gramas de cocaína. (…) Foram ainda recolhidos indícios da venda e revenda de armas de fogo, nomeadamente de TASER (armas que atingem as vítimas com choques eléctricos), que teriam uma potência superior às usadas pelas forças de segurança.
A investigação abrangeu várias situações relacionadas com actos de violência de que foram vítimas adeptos do FC Porto e do Sporting. E ainda confrontos com forças de segurança e apreensões de droga. O inquérito acabou por agrupar factos ilícitos que estavam dispersos por outros processos. Nos casos da suspeita de tráfico de droga e de armas, as autoridades realizaram escutas telefónicas.
Através das escutas, recorde-se, a PSP pôde reunir elementos que a ajudaram a identificar a autoria moral e material do incêndio ateado ao autocarro que transportou a claque dos Superdragões, que se deslocou a Lisboa, em 21 de Julho de 2008, para apoiar a equipa de hóquei em patins do FC Porto que jogava contra o Benfica. Na origem deste acto esteve, segundo a acusação, o ódio contra o FC Porto, realçando a premeditação do acto, uma vez que o autocarro tinha sido antes seguido por uma viatura ligada aos No Name Boys. (...)»
in PUBLICO, 16/05/2009


Os textos anteriores são extratos de duas das muitas notícias que a comunicação social divulgou sobre este caso e que, por si só, ilustram a enorme gravidade dos atos praticados. Deste modo, na sequência da investigação desencadeada pelo DIAP de Lisboa, com a colaboração da 3.ª Esquadra de Investigação Criminal da Polícia de Segurança Pública, o Ministério Público decidiu levar a julgamento 37 arguidos. Na acusação é dito que estes indivíduos praticaram crimes “minuciosamente planeados e executados com superioridade numérica e mediante a utilização de meios especialmente perigosos”, destacando que agiam “motivados por ódio e intuitos de destruição, sem motivação relevante, contra elementos de outras claques”.

Perante o conjunto de factos gravíssimos que faziam parte da acusação contra os elementos dos No Name Boys e o manancial imenso de provas materiais incontestáveis que a suportavam, o coletivo de juízes da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa não fechou os olhos, não se acobardou e decidiu fazer aquilo que cada vez é mais raro em Portugal: Justiça!
Deste modo, em 28 de Maio de 2010, o juiz Renato Barroso leu uma sentença que honra a Justiça portuguesa e na qual foram condenados 29 dos 37 arguidos do processo, com 13 elementos da claque benfiquista a serem sujeitos a penas de prisão efetiva e 16 sentenciados com penas suspensas.
Sim, é verdade que apenas 13 dos 37 arguidos foram condenados a penas de prisão efetiva, mas os juízes, mesmo os bons, têm de julgar de acordo com as leis existentes e todos sabemos que as leis penais portuguesas são brandas, feitas a pensar na “recuperação e reinserção dos criminosos na sociedade”.

Contudo, no passado fim-de-semana a comunicação social noticiou uma reviravolta neste caso: na sequência de recursos das defesas, o Tribunal da Relação de Lisboa mandou repetir (!) o julgamento. Assim, já no próximo mês, sete elementos dos No Name Boys, entre os quais José Pité Ferreira, Hugo Caturna e António Claro, considerados os líderes desta claque benfiquista e que foram condenados a 12, 8 e 7 anos de prisão, vão voltar a tribunal.

Que os próprios não tenham noção da gravidade dos atos que cometeram e que os seus advogados os tentem safar eu até entendo, agora que um Tribunal superior tenha mandado repetir o julgamento é que me parece sintomático daquilo que, na prática, é a (in)Justiça portuguesa.

Se o objetivo é atenuar as penas destes indivíduos e, quiçá, evitar que eles cumpram penas de prisão efetiva (talvez a coisa se resolva com uma pulseira eletrónica…) para quê gastar dinheiro dos contribuintes e perder mais tempo com um novo julgamento?
A minha sugestão é que todas as provas recolhidas sejam eliminadas (não deve ser difícil arranjar uns erros processuais…) e que todos os que foram condenados sejam declarados inocentes até prova em contrário (se as provas forem destruídas…). Com jeitinho, ainda é capaz de se arranjar motivos para estas “vítimas de um erro judicial” serem indemnizadas pelo Estado português (ou seja, pelos contribuintes).

Por outro lado, os elementos da PSP, DIAP de Lisboa e Ministério Público que estiveram envolvidos neste caso, deviam receber uma repreensão por escrito. Quem é que os mandou andar a investigar e a colecionar as provas que suportaram a acusação? Não tinham mais nada que fazer?

Finalmente, o coletivo de juízes da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa que julgou este caso em 1ª instância, e particularmente o juiz Renato Barroso que presidiu ao mesmo, deveriam ser reformados compulsivamente. Não é que tiveram a distinta lata de condenar estes cidadãos exemplares a penas de prisão efetiva? Então isso faz-se?


in Reflexão Portista

Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

Escutas esquecidas

«eco de outras escutas que não tiveram a devida divulgação/investigação».
efectiva e comprovadamente foi tempo bem empregue.

escuta que não está no youtubiu.com® - parte I 

José Veiga [JV] - Sr. Presidente, está ocupado? Fala Veiga.
Pinto de Sousa [PS] - Está bem, passou bem?
JV - Está ocupado, sr. Presidente?
PS - Diga.
JV - Era um favorzinho. Como você é meu amigo, tenho uma admiração muito grande pelo senhor. A ver se podia dar-lhe uma chamadinha, para ver se corre bem.
PS - Mas o jogo é fácil, não é?
JV - É contra o [Nacional da Madeira], mas nunca se sabe.
PS - É o "X"?
JV - Agradecia-lhe muito.

escuta que não está no youtubiu.com® - parte II 

Pinto de Sousa [PS] - O Luís [Filipe Vieira] não me atende, deve estar chateado...
João Rodrigues [JR] - Nomeie o Devesa Neto que o acalma logo. Com um gajo qualquer. Tem de ser internacional, não é?
PS - Sim. Tenho três hipóteses. O [Pedro] Proença, o Duarte Gomes e o João Ferreira. JR - Meta o João Ferreira. Mas fale com o gajo.

escuta que não está no youtubiu.com® - parte III  

João Rodrigues [JR] - Telefonou-me o Luís [Filipe Vieira]. São aquelas coisas, você sabe...
Pinto de Sousa [PS] - Sim.
JR - Que foi roubado com o Nacional, que o árbitro é o mesmo. Eu tentei acalmar o gajo, mas dê-lhe uma palavrinha, só para o gajo ter mais atenção nisso.
PS - E quem é o gajo?
JR - É o Bruno [Paixão], pá. O gajo que apitou o Nacional. E como o gajo me telefonou, acabei por falar com o P [Pedro Proença]. Ele diz que não há problema.
PS - Eu disse-lhe o P [Pedro Proença] ou o D [Duarte Gomes].
JR - Esse tenho de o auscultar. Tenho de perguntar. Não nomeie ainda.

penso que está explicado o porquê do emprego do meu tempo, que não foi (de todo!) perdido. :)

aqueles excertos de escutas foram dados à estampa por Eugénio Queirós no blogue Bola Na Área.
e, para quem ande distraída(o), aquelas referem-se à temporada 2003/2004, a qual também ficou célebre pela escuta ao penhoradopresidente do «glorioso» clube da agremiação de Carnide, que ainda não deu em nada na Justiça.
àquela data, os intervenientes foram:
Pinto de Sousa - Presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol
José Veiga - à data, o maior accionista da SAD do Estoril Praia e director-geral do 5lb
João Rodrigues - ex-dirigente do 5lb, presidente da FPF entre 1989 e 1992, "pau mandado" de Luís Filipe Vieira
Devesa Neto - árbitro assistente que foi arguido no "processo Apito Dourado" e que, ao que parece, cozinhou uns "caldinhos" norestaurante O Sapo, em Penafiel.

(retirado daqui)

Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

Lei

"Nem todos os estúpidos são lampiões, mas todos os lampiões são estúpidos"

Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012

Expulsão decide jogo

Ainda não foi desta que Caceteiro Garcia é expulso por uma das suas frequentes agressões.

Foi aos 29 minutos e logo ai se viu que a vitória não fugiria a Bruno Paixão.



(actualizado a 6/01)

Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

Diferenças

Nada surpreendentes...

"O avançado uruguaio Luiz Suárez, jogador do Liverpool, foi punido com oito jogos de suspensão pela comissão de disciplina da Federação Inglesa de Futebol (FA).

Em causa estão insultos racistas dirigidos a Patrice Evra, do Manchester United, num jogo disputado a 15 de Outubro: a comissão deu como provado que o uruguaio usou “palavras insultuosas” referentes à “cor da pele” do adversário.

No final desse encontro, Evra queixou-se de ter sido insultado “pelo menos dez vezes” pelo uruguaio.

O Liverpool alegou em defesa do jogador que a palavra “negro” não tem conotações racistas no Uruguai,

Após seis dias de audiência, a FA decidiu ainda castigar Suárez com 48 mil euros de multa.

O Liverpool reagiu em comunicado, afirmando-se “surpreendido e desapontado” com a decisão da FA e deixando em aberto a hipótese de recorrer para instâncias superiores.

“É importante notar que o próprio Patrice Evra, no seu depoimento escrito sobre este caso, disse: ‘não penso que o Luis Suárez seja racista’”, lê-se no comunicado, que aponta ainda as origens do jogador, que tem um avô negro."

Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

“...foi uma chapada e então?...”

Mais uma alarvidade do representante da agremiação corrupta no programa Dia Seguinte.

Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011

“Queremos 40.000 bilhetes para Alvalade, pagamos adiantado e não devolveremos nenhum.”

Querem já para o próximo dia 21 ?

"O director de comunicação “encarnado” classificou ainda a postura dos dirigentes do Sporting de “populista e demagógica durante toda a semana, em contraste com a direção do Benfica”.

João Gabriel acrescentou ainda que “foram devolvidos pelo Sporting 46 bilhetes” para o derby de hoje, anunciando a intenção para as visitas ao terreno dos “leões”: “Queremos 40.000 bilhetes para Alvalade, pagamos adiantado e não devolveremos nenhum.”"


A postura da direcção e dos adeptos da agremiação corrupta é o espelho do que são.

Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011

As «boas condições» da Luz

O ex-candidato à presidência do Sporting juntou-se hoje aos dirigentes do clube nas críticas às condições oferecidas aos adeptos leoninos que no sábado assistiram na Luz ao jogo de futebol com o Benfica.
Em comunicado, Bruno de Carvalho refere que no caminho para o estádio da Luz, os adeptos foram "tratados como gado", e muitos obrigados a esperar para entrar no recinto "comprimidos entre polícia e grades".
Bruno de Carvalho assegura que presenciou agressões a adeptos e lamenta que muitos tenham de "apanhar com as investidas de uma polícia que não sabe, de facto, o que são multidões".
O antigo candidato critica a demora na revista para a entrada no estádio que classifica como "pior que um 'matadouro' de gado, que magoa e humilha as pessoas que lá se dirigem".
Bruno de Carvalho garante não estar de acordo com o vandalismo provocado por alguns adeptos no final do encontro, que terminou com a vitória do Benfica por 1-0, mas lembra que muitos foram "agredidos, apertados, sufocados, espezinhados e humilhados".
"Não devemos ir pelo caminho mais fácil e apenas condenar o vandalismo pois como adepto e sócio do Sporting senti-me vandalizado na entrada do estádio e vi milhares a serem-no também", refere o comunicado.

Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011

O que pretendem eles esconder ?

A agremiação corrupta quer limitar o número de cameras que vão acompanhar o jogo com o Sporting Clube de Portugal.
"Os responsáveis do Benfica pretendem que a Sport TV instale apenas os meios indispensáveis para a transmissão do dérbi de sábado. Os encarnados não querem que aquele canal coloque mais câmaras do que aquelas que estão previstas por regulamento."


Estarão a preparar nova armadilha no túnel ?

Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011

Artur, a marioneta.

"Artur veio cuspir no prato onde comeu"

Se as páginas escritas ao serviço do Sporting são as que melhor adornam o livro da carreira que Abel pretende continuar a escrever, não menos orgulho causa ao defesa nortenho a trajectória no Braga, que lhe abriu as portas de Alvalade. Justamente por isso, não entende nem aceita a reacção de Artur Moraes. O guardião ex-Braga, hoje ao serviço do Benfica, falou de "coisas estranhas, do outro mundo", que sempre acontecem na Cidade dos Arcebispos quando ali os encarnados visitam os arsenalistas. Após o último encontro entre as duas equipas, que empatado terminou, o guardião agora ao serviço dos lisboetas fez as supramencionadas afirmações. Abel reage, aludindo ainda às acusações de Alan, alegado alvo de insultos racistas proferidos por Javi García.
"Depois de as coisas se passarem, devem morrer dentro de campo, sem bate-boca cá fora. Tem de haver ética. 'A posteriori' é fácil vir para fora dizer que chamaram preto ou branco a alguém, agora dizer que se passam coisas estranhas... Se o Benfica ganhasse, porventura nem se questionava nada. Como o resultado não agradou, acabaram por falar, o próprio Artur que já esteve no Braga, ao serviço do qual foi catapultado, veio depois, entre aspas, cuspir no prato onde comeu... Detesto falta de gratidão", considera o lateral, consubstanciando: "Não estão em causa a dedicação e o profissionalismo do Artur, mas estar num sítio e dizer depois que ali se passam coisas estranhas... Não sei se é encomendado por quem lidera. Sempre que lá estive como atleta da casa ou adversário, nunca vi nada que não tivesse visto noutro sítio."

Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

Adepto da agremiação corrupta condenado em tribunal

Mais uma situação que a máfia vermelha tenta que passe despercebida.

Mas como aqui não somos avençados da agremiação corrupta, aqui vai:
"O Tribunal da Relação do Porto confirmou a condenação a 25 meses de prisão, com pena suspensa, de um adepto do Benfica que lançou um petardo no Estádio do Dragão em maio de 2010.
Segundo o acórdão do tribunal, a que a Lusa teve acesso, o arguido, de 21 anos, estudante de Relações Internacionais, arremessou o petardo “para junto da bancada dos adeptos” do FC Porto.
O petardo rebentou “com grande estrondo” junto dos adeptos portistas, “não tendo, no entanto, provocado qualquer dano físico”.
Quando a PSP o abordou para o identificar, agrediu um polícia com dois pontapés, um na perna esquerda e outro no abdómen, não tendo, no entanto, provocado qualquer ferimento, devido ao equipamento de proteção que o agente envergava na altura.
O incidente registou-se no dia 2 de maio de 2010, durante o jogo FC Porto - Benfica, a contar para a penúltima jornada da Superliga.
No Tribunal de Pequena Instância Criminal do Porto, o adepto foi condenado pela prática de um crime de ofensa à integridade física qualificada (três meses de prisão) e por um crime de detenção de arma proibida (dois anos de prisão).
Em cúmulo jurídico, foi-lhe aplicada a pena única de 25 meses de prisão, suspensa por igual período."

Novas imagens de javi garcia

Em complemento a este post surgem no novas imagens da provocação do energúmeno javi garcia ao jogador Alan.
Ver aqui.