Espaço criado para expor a máfia corrupta do Benfica, o clube para quem "os lugares da liga são mais importantes que os bons jogadores". Aqui o clube do traficante arguido não terá descanso e a batota e o doping serão desmascarados. ** The TRUTH about Portuguese football ** oantilampiao@gmail.com
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Recordar alguns dossiers esquecidos
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Uma proximidade perigosa
Face às inúmeras situações pouco claras em que esta agremiação aparece envolvida, consideramos ser muito pouco prudente a aproximação de elementos da Polícia Judiciária a esta candidatura.
E recordamos aqui um exemplo de como essa aproximação se pode tornar perigosa.
"
No dia em que incendiaram um autocarro dos adeptos do FC Porto, a 21 de Junho do ano passado, os No Name Boys tiveram uma ajuda preciosa para a violência que se seguiu. Foi um elemento dos Spoters, os agentes da PSP que têm precisamente por missão escoltar e proteger as claques visitantes, a dar os Super Dragões à morte. Hugo Caturna, perigoso membro dos No Name a ser alvo de escuta telefónica, acalma os amigos: um polícia já o informou de que iam “largar” os rivais.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Droga de justiça

"Justiça desportiva. Apesar de obrigatórios por lei, os inquéritos para determinar o envolvimento do clube e do departamento médico no caso de 'doping' só foram abertos dois anos depois, após o DN ter solicitado várias vezes acesso às conclusões
Foi em Janeiro de 2007 que o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) colocou um ponto final a um dos casos de doping mais polémicos em Portugal, suspendendo Nuno Assis, na altura jogador do Benfica, por um ano. Derrotado, o clube da Luz recorreu para o Supremo Tribunal suíço, mas voltou a perder. Tendo o caso sido encerrado com uma condenação, este deveria de imediato ter dado origem a inquéritos para determinar qual a responsabilidade da SAD encarnada e do seu staff no caso de dopagem, mas a justiça do futebol português não o fez: a notificação oficial para actualizar o registo disciplinar do jogador só foi enviada à Liga de Clubes (LPFP), pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) em 2009; Nuno Assis não continuou a jogar nas provas internas apenas porque o Benfica cumpriu a sanção, já que formalmente a Liga não o podia impedir.
O Decreto-Lei nº 183/97, que na altura regulava o combate ao doping em Portugal, diz que um teste positivo "determina automaticamente a abertura de inquérito" para averiguar um eventual "envolvimento e o grau de responsabilidade" do pessoal de apoio ao atleta, inclusive funcionários e dirigentes dos clubes/equipas.
Se a lei tivesse sido cumprida na altura, deveriam ter sido investigados "médicos, paramédicos e técnicos" que acompanhavam "directamente a carreira desportiva" do atleta, assim como "todos os agentes desportivos" que mantinham com o jogador "uma relação particularmente estreita, nomeadamente de superintendência, de orientação ou de apoio".
Como o Benfica é um clube profissional, a entidade competente para investigar seria a Comissão Disciplinar (CD) da Liga, o mesmo órgão que em 2006 tomou a primeira decisão sobre o caso Nuno Assis, aplicando uma suspensão de seis meses. Mas a CD não avançou com os inquéritos ao Benfica. Aguardou que a FPF reconhecesse formalmente que o acórdão do seu Conselho de Justiça (CJ), que arquivara o caso, tinha sido revogado pela resolução do TAS.
O TAS comunicou a sua decisão às partes envolvidas - FPF, Benfica, Nuno Assis e Agência Mundial Antidopagem - a 4 de Janeiro de 2007 e publicou o acórdão a 24 de Janeiro. A nota formal da FPF devia ter sido enviada de imediato para a Liga, mas isso só aconteceu a 17 de Março de 2009, mais de dois anos depois do acórdão arbitral e semanas depois de o DN ter pedido várias vezes o acesso às conclusões dos inquéritos, obrigatório por lei, sem saber que estes não tinham sido realizados.
Três dias depois de a FPF ter emitido a nota formal, a CD da Liga instaurou os dois inquéritos, ambos fechados e arquivados a 19 de Junho deste ano. Um por "não se terem revelado indícios de responsabilidade disciplinar do 'pessoal de apoio ao praticante desportivo'", o outro por "não se ter demonstrado a culpa da sociedade desportiva acusada". Ou seja, o Benfica.
A nível formal, para a CD da Liga, "até 12 de Março de 2009 era a absolvição transitada em julgado [decretada pelo Conselho de Justiça] que constava do 'cadastro disciplinar' do atleta para a época 2006/07". Apenas com a nota da FPF, sobre o acórdão do TAS, a Liga considerou revogada a decisão do CJ, o registo do actual jogador do Vitória de Guimarães foi actualizado e foram abertos os inquéritos à SAD do Benfica e ao seu pessoal médico e técnico."
in DN
Não esquecer que o Regulamento de Controlo Antidopagem, prevê castigos "aos clubes a que pertençam os praticantes que sejam punidos disciplinarmente por se encontrarem dopados".
Nem a todos ...
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Contas à vigarista
http://estadio.no.sapo.pt/estadio_preco_garantido.htm
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Mais um ...
"Eu cheirava mesmo e não me preocupava com exame porque não jogava muito", disparou André Balada. "Virei dependente de cocaína e não conseguia viver sem a droga. Alguns jogadores usavam junto, e não foi só o pessoal do Palmeiras. Isso aconteceu também em outros clubes por onde passei" - in Placar
"André confessa também que foi viciado durante três anos e só parou em Novembro de 2004, no Figueirense, graças a ajuda do goleiro Gustavo, que o levou para o caminho da religião. Hoje em dia, mais tranqüilo, ele até prega sermões nas concentrações do Barueri."
domingo, 5 de agosto de 2007
Processos da máfia vermelha
Vicente de Moura, presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), revelou hoje que tem recebido ameaças, «inclusivamente de morte», em consequência da sua posição pública no processo de doping que envolveu o futebolista Nuno Assis, do Benfica.Vicente de MouraASF O presidente do COP defendeu o castigo aplicado a Nuno Assis e criticou o procedimento do Benfica e do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol em todo o processo, mas esclareceu hoje, na Antena 1, que foi mal interpretado e nada tem contra o jogador encarnado: «Dei a minha opinião em defesa do atleta, mas fui mal interpretado e, portanto, já não participo nesse folhetim. Não aceito que me apontem intenções e responsabilidades que não tenho. Confundiram a opinião pública e estou agora a receber ameaças, escritas e por telefone, incusivamente de morte. Obviamente, só podem vir de sócios do Benfica.»Vicente de Moura acrescenta: «Nada tenho a ver com esse problema. Apenas dei a minha opinião sobre a matéria.»
in aBola
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Luz estava fora da lei
CNVD e Liga de Clubes criticados por não actuaremO relatório da Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) sobre os incidentes do Benfica-FC Porto denuncia que, até à data do jogo, o Benfica ainda não tinha feito o registo, junto do Conselho Nacional contra a Violência no Desporto (CNVD), do regulamento de Segurança e Utilização dos Espaços de Acesso Público previsto no artigo 16.º da Lei 16/2004. Lei essa que refere, expressamente, que a não existência, ou a falta de registo, desse regulamento de segurança implica "a não realização de espectáculos desportivos" no respectivo recinto. Ou seja, segundo a lei, o Estádio da Luz não estava sequer em condições legais de acolher o Benfica-FC Porto. Depois do clássico de dia 1 de Abril, que foi manchado por vários incidentes dentro e fora do estádio, o Benfica terá já efectuado o registo de um Plano de Segurança da Luz. Mas antes disso, o único registo existente no CNVD era relativo ao período do Euro 2004. Ou seja, o o recinto encarnado terá estado cerca de três anos a funcionar em regime de ilegalidade, ao contrário de Alvalade e Dragão, como frisa a IGAI. Contactado pelo DN, Luís Sardinha, presidente do Instituto de Desporto de Portugal (e por inerência do CNVD), rejeitou também comentar um relatório que disse ainda desconhecer.José Manuel Meirim, especialista em direito desportivo, elogia as conclusões da IGAI. "Fico feliz poque finalmente alguém aponta o incumprimento da Lei 16/2004. Em bom rigor, as sanções previstas nessa lei são letra morta. Podem ser desproporcionadas ou não, mas simplesmente não são cumpridas".Críticas ao CNVD e à LigaO relatório imputa as maiores responsabilidades sobre os incidentes do Benfica-FC Porto ao coordenador de segurança dos encarnados, Paulo Silva, e ao comandante do policiamento ao jogo, o subintendente da PSP Diamantino Carvalho (ver caixa ao lado).Mas, sabe o DN, também o CNVD e a Liga Portuguesa de Futebol Profissional merecem críticas da IGAI: o CNVD por ter permitido o já referido funcionamento do Estádio da Luz sem o plano de segurança exigido por lei; a Liga de Clubes por não ter ainda adoptado nos seus regulamentos sanções aos clubes que apoiam grupos organizados de adeptos (claques) não registados no CNVD - a única claque legalizada em Portugal continua a ser a Torcida Verde, do Sporting. http://dn.sapo.pt/2007/05/10/desporto/r%20…%20a_lei.html